A Vida Plena nas Aflições

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 14 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

Viver plenamente nas aflições é
encarar os problemas como
desafios e não como derrotas; 

mas para alcançar essa graça é 
necessário olhar para o alto e 
não para as coisas a sua volta

Texto Áureo

    Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. 13Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece (Fp 4:12,13).
Verdade Prática
    As tribulações levam-nos a madurecer em Cristo, capacitando-nos a desfrutar de uma vida espiritual plena.
Leitura Bíblica em Classe
    Filipenses 4:10-13 – Ora, muito me regozijei no Senhor por finalmente reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade. 11Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. 12Sei estar abatido,
e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. 13Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.
Depois de uma tempestade sempre
vem a bonança, mas o privilégio de
ver o sol ressurgindo através do
arco-íris é somente para aqueles que
não se deixaram destruir pelas
correntezas bravias

Introdução

  •          É possível ser feliz mesmo em meio ao sofrimento?
  •          Nossa felicidade depende daquilo que damos prioridade na nossa vida: pessoas materialistas se entristecem quando as coisas não vão bem, enquanto pessoas espirituais conseguem se alegrar em Cristo diante de qualquer situação.
  •          Obviamente, como seres humanos, mesmo vivendo em Espírito, também passamos por situações que nos levam à tristeza, mas, a grande diferença é que não nos deixamos dominar por ela.
  •          Servir a Deus nem sempre é motivo de sorriso, mas aqueles que perseveram fielmente sob todas as circunstâncias têm a sua tristeza transformada em alegria [Sl 126:5,6 – Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. 6Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos[1].].

Nenhum sofrimento humano pelo
Evangelho pode ser considerado
maior do que o sofrimento de Jesus
Cristo na cruz pelos nossos pecados;
por isso, qualquer dificuldade que
passemos em nome dEle é motivo
de orgulho e não de desânimo

I – Vivendo as aflições[2] da vida

1. As aflições de Paulo
  •          Na Bíblia há vários exemplos de pessoas que sofreram duramente mesmo sendo fiéis à Palavra de Deus; dentre todos os personagens, um que se destaca é o apóstolo Paulo, pois, de acordo com o que está escrito em Atos 9:16, logo no início do seu chamado, Jesus Cristo, através de seu servo Ananias, lhe revelou que ele muito deveria padecer pelo seu nome.
  •          A profecia se cumpriu, pois realmente ele padeceu do início até o final da sua carreira ministerial; tudo o que ele fazia contra os cristãos antes de se converter, de certa forma, passou a acontecer contra ele: perseguições, prisões, injustiças, ameaças de morte e sofrimentos diversos;
  •          O fato de um pecador ser perdoado por Deus não significa que ele não vá sofrer posteriormente as consequências de seus atos anteriores; pois o principal objetivo do perdão divino é a salvação da alma e não obrigatoriamente a melhoria de suas condições de vida. Aqui na terra, o Senhor simplesmente nos permite ter o necessário para que o sirvamos e nos livra até que seu propósito seja cumprido.
  •          Antes ele era um legalista[3] violento que atacava cristãos indefesos achando que estava fazendo a vontade de Jeová; porém, quando teve um encontro com Jesus, se achou cego e fisicamente fragilizado mediante seu infinito poder. E assim como um animal forte e selvagem que, depois de ferido, não mais consegue se defender contra a arma daquele que o fere, assim estava ele sem nenhuma condição de recalcitrar contra os aguilhões de Cristo, conforme vemos em Atos 9:5.
  •          Muitos crentes, quando começam a sofrer na Obra com algumas dificuldades, passam a duvidar do seu chamado, pois acham que se Deus estivesse com eles, tudo deveria ser fácil em seu ministério; porém, eles se esquecem que o apóstolo Paulo também era um vaso escolhido e tinha um grande chamado, mas nem por isso ele teria uma vida cheia de conforto e facilidades [At 9:15,16- Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. 16 E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome.].

Por mais fria e cruel que
possa ser uma prisão física,
ela nuca poderá ser
considerada pior do que a
prisão da alma, que é
aquela que tira do indivíduo
a liberdade de aproximar-se
de Deus

2. Deixado por seus filhos na fé

  •          Como está relatado em 2ª Timóteo 1:15 e 4:10, Paulo, depois de tanto esforço, foi desamparado por alguns dos obreiros que ele evangelizou e ajudou ministerialmente;
  •          Alguma vez você já se sentiu abandonado por pessoas que você ajudou e que trabalhavam lado a lado contigo?
  •          Ser um prisioneiro de Roma não significava apenas estar preso, mas sim viver em condições sub-humanas, ser torturado, passar por humilhações e correr o risco de ser condenado a morte; o apóstolo dos gentios passou por tudo isso, mas permaneceu firme e fiel defendendo o Evangelho até o fim.
  •          Mesmo que todos aqueles em quem mais confiamos cheguem a nos abandonar, a fidelidade divina é a garantia que temos de que Ele jamais se esquecerá de nós [Is 49:15 – Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.].

Por mais que os tristes sentimentos
invadam o nosso coração, a
tristeza sempre será superada
pela esperança que nasce e se
fortifica em nosso interior,
regada pela certeza de que não
estamos sós e que o nosso Pai é
quem cuida de nós

3. A tristeza do apóstolo

  •          Em 2ª Timóteo 4:9, dá para perceber a angústia de Paulo pelo sentimento de solidão e necessidade de apoio;
  •          Muitos olham para os líderes e para os ministros da Palavra, encarando-os como se eles fossem crentes super fortes e inabaláveis, mas, na realidade, é exatamente ao contrário, pois quanto maior a carga, maior também a dificuldade para suportar e carregar o peso.
  •          Em 2ª Timóteo 4:16-18, ele nos dá um grande exemplo: mesmo em meio a tristeza pelo abandono, Paulo demonstra ter perdoado os seus ex-companheiros, estar se sentindo realizado em sua missão e tem esperança de livramento e, principalmente, a certeza da salvação; e segue sua escrita glorificando o nome do Senhor.
  •          Podemos superar facilmente as tristezas causadas pelos mais diversos tipos de aflição quando nos entregamos por completo na presença de Deus e deixamos que o seu Espírito preencha o nosso coração e a nossa mente com aquilo que está preparado para nós além dessa vida [Rm 8:18 – Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.].

Tudo tem o seu preço; muitas
vezes, sãos as feridas causadas
pelos espinhos que nos fazem
lembrar o valor do perfume da
rosa

II – Contentando-se em Cristo

1. Apesar da necessidade não satisfeita
  •          Até que ponto o Senhor pode permitir o sofrimento dos seus servos? Paulo – um digníssimo homem de Deus­ – passou pelas mais indignas humilhações que um ser humano poderia passar: somente os piores criminosos enfrentavam os terríveis castigos aos quais ele foi submetido.
  •          O apóstolo não estava totalmente desamparado, mas os que o apoiavam, nem sempre podiam satisfazer suas necessidades: como vemos em 2ª Coríntios 2:1-3, por exemplo, ele próprio tinha a consciência de não entristecer seus filhos na fé com os seus problemas.
  •          Em 2ª Coríntios 2:4, ele chega a dizer que estava escrevendo em meio a muita tribulação, angústia do coração e com muitas lágrimas;
  •          Quem disse que a vida de um “evangélico” tem que ser um mar de rosas? E, ainda que fosse, é necessário lembrar que os que usufruem do seu delicioso perfume, também estão sujeitos a se machucar com os seus agudos espinhos.
  •          Deus sabe até aonde vai a nossa capacidade para suportar as aflições e respeita as nossas limitações; quando os problemas sobreveem sobre nós, mesmo que não estejamos conseguindo enxergar, Ele envia também um escape. Na realidade, o que nos falta é mais confiança naquEle que nos chamou e que nos tem sustentado dia após dia [1ª Co 10:13 – Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.].

A Verdade que liberta tem poder
não só para nos salvar, mas
também para nos livrar dos
sentimentos de dependência e de
fraqueza perante os desejos da
carne

2. Livre da opressão da necessidade

  •          É nas mínimas coisas que o verdadeiro cristão se alegra: conforme podemos ver em Filipenses 4:10, Paulo se alegrava no fato de saber que a igreja ainda se lembrava dele;
  •          E você tem tido algum motivo para se alegrar? Crentes maduros não vivem choramingando pelos cantos, eles procuram um motivo para se alegrar e sabem muito bem qual é a Fonte da sua alegria.
  •          A exemplo do apóstolo, o crente deve ser liberto em Cristo; aqueles que ainda não alcançaram a verdadeira libertação vivem o estress da escravidão das necessidades terrenas: riquezas, fama, sexualidade, poder e bem-estar físico.
  •          Quando nos propomos a cumprir os propósitos divinos em nossa vida, não vivemos mais para nós mesmos, e sim para Ele e em favor do próximo como propagadores da Palavra da salvação; isso significa mudar completamente o modo de viver: colocar as antigas prioridades em segundo plano, preservando a vida espiritual sempre em primeiro lugar [1ª Co 10:32,33 – Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. 33Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar.].

A busca do consolo de Deus e a
meditação na sua palavra são os
únicos remédios contra a opressão;
não há ferramenta maligna que
possa resistir a um crente que
ora e pratica os mandamentos
bíblicos

3. Contente e fundamentado em Cristo

  •          O apóstolo Paulo poderia ter se enriquecido com as igrejas que pastoreou, mas, como um verdadeiro missionário, ele se contentava em simplesmente ser sustentado por elas, mesmo que precariamente;
  •          Sua alegria maior estava em ver a grande Obra que o Senhor Jesus estava fazendo através dele por onde passava: conversões, milagres, formação de novos obreiros e o Espírito Santo suprindo suas necessidades espirituais;
  •          Uma das coisas que mais o contentava era o amor gerado no coração daqueles que recebiam a Cristo, e que demonstravam isso suprindo suas necessidades materiais.
  •          Por mais que os problemas dificultem a nossa caminhada, a nossa alegria deve estar no Senhor e no cumprimento da sua Palavra [Sl 119:143 – Aflição e angústia se apoderam de mim; contudo os teus mandamentos são o meu prazer.].

Experiência não se adquire de
uma hora para outra, pois ela é
uma frágil plantinha que demora
muito para nascer e mais ainda
para crescer e produzir frutos;
por isso, cuide com muito carinho
da semente que o Senhor colocou
em suas mãos: aquilo que você faz
hoje é o que você colherá amanhã

III – Amadurecendo pela suficiência de Cristo

1. Através das experiências
  •          Em Filipenses 4:12 está descrita – sem a censura das pregações dos triunfalistas – como é a verdadeira experiência de um cristão: bonança e escassez.
  •          As experiências – principalmente as mais difíceis – produzem muitos frutos, pois é na luta pela sobrevivência que aprendemos a importância do trabalho, o valor daquilo que se conquista, a necessidade de saber conviver em sociedade e, principalmente, o quanto somos dependentes de Deus.
  •          O verdadeiro crente não encara a aflição como sinônimo de derrota, mas sim como uma oportunidade de obter a conquista de mais vitórias; pois, de acordo com Romanos 5:3-5, através dela ganhamos paciência, experiência, esperança e experimentamos o amor de Deus.
  •          Muitos crentes “estacionam” sua vida espiritual achando que não há necessidade de buscar uma melhora: estes são os que não conseguem crescer e nem se desenvolver espiritualmente, e quando surgem maiores adversidades em sua vida, não conseguem superá-las: resumindo, são espiritualmente desnutridos; e pessoas desnutridas sempre necessitam de pessoas saudáveis e bem alimentadas para carregá-las e cuidar delas [Hb 5:12-14 – Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos[4] das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento. 13Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino. 14Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.].

Confiar em si mesmo tem sido a
razão da queda de muitos cristãos;
seja quem você é, e o que estiver
faltando, peça para Deus
completar em sua vida

2. Não pela autossuficiência

  •          Como alguém pode dizer que foi vitorioso sem ter passado por nenhuma luta? Um troféu deve ser conquistado e não dado de presente; da mesma forma, na vida do cristão, são as bênçãos e também a coroa da vitória no final da sua carreira terrena.
  •          E o que nos move a suportar e vencer as lutas cotidianas é a graça de Deus através do seu Santo Espírito, sem a qual não teríamos a mínima condição de termos nem mesmo esperança, quanto mais a certeza da vitória.
  •          Não confiar na autossuficiência – ou seja: em si mesmo ou em seus bens – é admitir que depende totalmente do Senhor; e assumir essa dependência é uma bela forma de glorificá-lo.
  •          O apóstolo, em 1ª Coríntios 4:2-4, nos ensina que por mais que enfrentemos situações de perigo diante do julgamento humano – assim como ele estava enfrentando -, não devemos temer porque, desde que sejamos fiéis, quem realmente nos julga é o Senhor; isso significa que nada podemos, mas Ele é quem está no controle da nossa vida.
  •          Aquele que confia em si mesmo – na sua própria força ou capacidade – é considerado por Deus como maldito; não somos fortes ou capazes por nós mesmos, mas devemos admitir que o que somos ou temos é pela graça do Senhor em nossa vida [Jr 17:5 – Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!

                2ª Co 3:4,5 – E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; 5Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,].

Mesmo em meio às lutas, podemos
sim dizer que somos vitoriosos;
pois só o fato de suportá-las e
continuarmos de pé indica o
quanto somos vencedores

3. Tudo posso naquEle que me fortalece

  •          Posso todas as coisas naquEle que me fortalece”: essas palavras não expressam a fé “determinante” de um triunfalista pregador de prosperidade, mas sim de um servo que não se sente limitado diante das barreiras e da escassez, por ter plena consciência de que o verdadeiro triunfo é viver a prosperidade espiritual, usufruindo das provisões divinas.
  •          Observando o contexto dessa palavra – Filipenses 4:1-18 – podemos perceber que seu significado é muito mais espiritual do que material; aqui o apóstolo ensina os cristãos a alegrarem-se em Cristo e a contentarem-se com a suficiência de seu sustento.
  •          “Poder tudo” não significa conseguir fazer tudo o que quer, mas sim ter a capacidade de poder suportar as aflições da vida sem se entregar ao sofrimento e ao desespero nos momentos de dificuldades.
  •          Como nos ensina o nosso experiente pastor Paulo, as aflições da vida – especialmente aquelas por amor ao Evangelho – não devem ser consideradas como derrotas, mas sim como vitórias – ou mais do que vitórias – pois aquele que está em Cristo sabe que tudo o que lhe sucede está dentro de seus propósitos [Rm 8:36,37 – Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. 37Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.].

Aqueles que examinam
cuidadosamente as Sagradas
Escrituras, de maneira nenhuma
são presas fáceis do inimigo; pois
se é uma coisa que faz Satanás
tremer é um servo de Deus que
sabe manejar bem a Palavra da
verdade

Conclusão

  •          Promessas feitas no nome de Jesus, mas que não condizem com os princípios bíblicos não passam de enganações procedentes da falta de conhecimento ou da má intenção do homem que, querendo ou não, muitas vezes, se deixa usar pelo maligno espírito das trevas.
  •          Em tudo o que você ouvir de um “pregador do Evangelho”, deve perguntar o seguinte: “O que Jesus ensinou sobre isso?”; pois Ele não possuía mansões, carros de luxo, roupas caras e nem se hospedava em hotéis cinco estrelas.
  •          Nossa maior felicidade está na essência pura e simples do verdadeiro Evangelho; conhecer a Deus, sentir sua presença e experimentar a graça do seu doce amor sobre nós vale muito mais do que todas as riquezas dessa terra.
  •          Você ama a Deus? Você crê que a tua vida está sob a direção e o domínio dEle? Então pode ter a plena certeza de uma coisa: os problemas que você enfrenta são para o teu próprio bem; tuas aflições não te destruirão, e sim contribuirão para que se cumpra o propósito divino em sua vida  [Rm 8:28 – E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.].

Jonas Martins Olímpio


Aflição não é um fim, mas
sim um meio: um meio de
nos aprimorarmos a cada
dia mais rumo a um
destino vitorioso

[1]Molho: Feixe.

[2]Aflição: Grande sofrimento, dor profunda, tormento. Pena moral, ânsia, mágoa.
[3]Legalista: Adepto da legalidade; aquele que segue a lei.
[4]Rudimento: Fundamento; princípio.

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 14 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

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