A Angústia das Dívidas

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 9 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio
O desequilíbrio financeiro pode
levar à desestruturação familiar,
à perda da auto-estima, à
depressão e à muitas outras
doenças e problemas sociais. A
sabedoria administrativa é uma
capacidade dada por Deus; devemos
pedí-la a Ele, antes de sofrermos
perdas irreversíveis em nossa vida
Texto Áureo
    Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. 2Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem  (SL 128:1,2).
Verdade Prática
    Para ter uma vida financeira equilibrada e bem-sucedida, o crente deve administrar seus recursos com sabedoria, prudência e comedimento[1].
Leitura Bíblica em Classe
    1ª Tm 6:7-12 – Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. 8Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. 9Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. 10Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. 11Mas tu, ó homem de Deus,
foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão. 12Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.
Desviar-se do mal consiste também
em controlar os costumes, as
manias ou os vícios que possam
nos impedir de reservar recursos
para os momentos de maior
necessidade
Introdução
  •          O consumismo faz parte do nosso dia-a-dia, porém devemos saber controlá-lo para que ele não nos domine.
  •          Fazer compras por compulsão e não por necessidade é a razão pela qual muitas pessoas estão “atoladas” em dívidas e com o seu nome restrito.
  •          Nem sempre os devedores deixam de pagar suas dívidas por serem mal intencionados, mas isso não os torna inocentes, pois o desequilíbrio financeiro é consequência da falta de planejamento.
  •          A pessoa que tem sabedoria para administrar seus bens não é autoconfiante, mas sim temerosa e, dessa maneira, consegue evitar grandes prejuízos; por outro lado, pessoas sem sabedoria, chegam a se aborrecer quando alguém a alerta de que ela está indo pelo caminho errado, pois confia exageradamente na sua própria capacidade [Pr  14 16 – O sábio teme, e desvia-se do mal, mas o tolo se encoleriza[2], e dá-se por seguro.].
Não são as “milagrosas campanhas
de prosperidade” que podem
garantir nosso desenvolvimento
financeiro; porém, a fidelidade
a Deus contribui grandemente
para adquirirmos sabedoria no
controle dos nossos gastos e da
administração dos nossos bens
I – Quem é o Dono do nosso dinheiro
1. Dê a Deus o que lhe pertence
  •          Quando recebe seu pagamento, a primeira coisa que um crente deve ter em sua mente é o seguinte: “Sou um peregrino nessa terra e tudo o que eu tenho aqui não me pertence, pois me foi entregue por Deus, e devo prestar contas a Ele sobre tudo o que faço com aquilo que ele põe em minhas mãos para que eu administre.”.
  •          E um bom administrador cristão jamais deixa de cumprir sua responsabilidade de contribuir com a manutenção da Obra do Senhor através dos dízimos e das ofertas.
  •          Mas, é extremamente importante que se tenha total consciência de um detalhe: fidelidade nas contribuições não garante sucesso financeiro, porque de nada adianta ser fiel a Deus se não tiver controle sobre o que fica em suas mãos.
  •          Ofertar não é fazer um investimento que se multiplique em bênçãos, mas quando ofertamos alegremente não motivados por uma retribuição, o Senhor também continua a nos abençoar para que sempre tenhamos condições de ajudar em sua Obra [2º Co 9:6-8 – E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. 7Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 8E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra;].
Ser guiado pelo Espírito não significa
fazer tudo aquilo que achar que é
certo “agindo pela fé”, mas sim buscar
sabedoria do alto através da obediência
à Palavra antes de tomar qualquer
decisão; isso sim é viver pela fé!
2. Disciplina e orçamento financeiro
  •          Em Isaías 55:2, as Sagradas Escrituras orientam a não se gastar dinheiro naquilo que não é pão, ou seja: a não se desperdiçar a renda em coisas que não tenham utilidade ou que não tragam benefício algum.
  •          Disciplina financeira significa equilíbrio, ou seja: controle nos gastos; antes de comprar qualquer produto, é bom olhar pelo espelho do vidro da vitrine e perguntar à você mesmo: “Será que eu preciso mesmo disso?”; e se realmente precisar, ainda reflita: “Vivi sem isso até hoje, será que não dá para esperar um pouquinho mais?”.
  •          Realmente vai ter que comprar? Então é hora de fazer alguns cálculos:
                a.       Em quantos lugares eu já pesquisei o preço? Será que não é melhor dar uma voltinha por aí primeiro?
                b.      O valor das prestações desse produto é menor do que o valor que sobra no meu orçamento mensal?
                c.       Vou precisar deixar de comprar outras coisas para mim e para minha família por causa disso?
                d.      As taxas de juros compensam? Será que não seria melhor esperar e pagar à vista?
                e.      Se, por algum imprevisto, eu tiver um gasto a mais durante o mês e o salário não for suficiente, eu tenho algum trabalho extra ou dinheiro guardado para pagar a prestação?
                 f.        Se eu for demitido, o dinheiro do acerto será suficiente para quitar essa e outras dívidas até conseguir outro emprego?
                g.       Esse produto necessita de alguns gastos com acessórios e manutenção? Eu tenho condições de mantê-lo?
                h.      O que dizem os outros usuários dos produtos dessa marca? A melhor propaganda é aquela feita pelos clientes, será que vale a pena dar créditos à conversa desse vendedor?
                i.         O que está escrito nos termos de garantia e no contrato? Será que não estou correndo o risco de ter prejuízos caso ele venha a apresentar algum defeito rapidamente?
                j.        No caso da necessidade de um conserto, as peças são fáceis de se adquirir, ou além de esperar ainda vou ter que arcar com os altos custos de um fornecedor importado?
  •          O sábio incomoda com suas persistentes perguntas, enquanto o tolo aceita todas as propostas sem nada questionar.
  •          Muitas pessoas empolgadas depois de uma emocionante pregação de bênçãos ou de uma animadora “profecia” de prosperidade do tipo “Deus está te dando, toma posse porque já é teu!”, entram na primeira loja, fazem um daqueles “santos” crediários eternos e, depois de sofrerem as duras penas pela falta de sabedoria, ainda têm a coragem de por a culpa em Deus por ter-lhe “mandado” fazer uso da fé.
  •          O planejamento dos gastos servem para evitar desperdício, constrangimento, restrição de crédito e mais uma grande variedade de outros problemas que atingem não somente a área financeira, mas também a moral, familiar, psicológica e espiritual [Lc 14:28-32 – Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? 29Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, 30Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. 31Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? 32De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz.].
A cobiça leva ao desperdício e,
consequentemente, à ruína, pois
os que sofrem desse mal fazem
o que for necessário para
satisfazer seus desejos; é preciso
muita força de vontade e busca
espiritual para adquirir o
domínio próprio, que é uma das
virtudes do fruto do Espírito
3. Cuidado com a cobiça
  •          Atos impensados não atingem somente a nós mesmos, mas prejudicam também a todos a nossa volta; você conhece a história de Acã? Em Josué 7:1-26 mostra como a sua ambição trouxe sérias consequências ao povo de Israel e também à sua própria família.
  •          A cobiça, assim como a inveja, o orgulho e a vaidade, têm levado muitos crentes a mancharem o bom nome do Evangelho tendo seus nomes incluídos em serviços de proteção ao crédito.
  •          Porém, o problema maior não é dever, mas sim não se preocupar com a dívida e esperar passar os cinco anos para legalmente não ter mais a obrigação de pagá-la.
  •          Uma das principais qualidades do crente é a honestidade; como eu posso dizer que sou um servo do Senhor se não for sincero com as pessoas que confiarem em mim?
  •          O autocontrole, biblicamente conhecido como domínio próprio, é uma típica virtude de pessoas que realmente têm o Espírito Santo? Se você não consegue se controlar diante dos desejos, cuidado!
  •          Como ma parábola do filho pródigo[3], muitas pessoas, acreditando que estão tomando a atitude correta, gastam tudo o que têm com coisas que somente dão prazer momentâneo; precisamos pensar e repensar muito bem nossas atitudes, pois não somos todos nós que temos um pai rico para nos socorrer financeiramente [Lc 15:11-17 – E disse: Um certo homem tinha dois filhos; 12E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda. 13E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente. 14E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades. 15E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos. 16E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada. 17E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros[4] de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!].
Educar a família financeiramente
é uma necessidade essencial para
que o descontrole de uma pessoa
não coloque a perder o equilíbrio
econômico do lar; isso também tem
sido um grande motivo de
separações e desavenças familiares
II – O consumismo e as dívidas
1. Os males do consumismo inconsciente
  •          Não é nenhum pecado desejar ter as melhores coisas dessa terra, mas o pecado está em adquiri-las sem que aja condições de pagá-las.
  •          A Palavra de Deus nos ensina a estarmos satisfeitos tanto na abundância quanto nas privações; o Senhor nos dá aquilo que necessitamos para viver, os demais desejos do nosso coração só devem ser conquistados se as condições do nosso trabalho nos permitirem isso.
  •          A sociedade moderna tem mostrado ser uma verdadeira escrava da mídia comercial; e o rei que impera na covarde escravidão desse mundo capitalista tem um único nome: mamon[5].
  •          Muitos crentes, mesmo orando, não têm seus negócios abençoados porque em primeiro lugar em seu coração estão a cobiça, a inveja, a contenda e o prazer pessoal [Tg 4:2,3 – Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis. 3Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.].
Comprar compulsivamente é o
mesmo que comer
descontroladamente: quando
a pessoa percebe, já passou
dos limites, e só mesmo um
milagre para reverter a
situação
2. Adquirir o que se pode pagar
  •          O seu sonho cabe dentro do seu bolso? Se não cabe, peça a Deus para te ajudar, pois assim você não ficará “enforcado” em dívidas e nem será envergonhado.
  •          Cuidado com grandes promoções porque, na maioria da vezes, elas não passam de grandes armadilhas com altas taxas de juros e mercadorias de baixa qualidade, cujos comerciantes estão desesperados para se livrarem delas.
  •          Não se deixe iludir também por longas  propagandas que prometem verdadeiros “milagres” com seus produtos, pois quando a mercadoria é realmente boa, é facilmente vendida sem muita apelação ou premiações para os primeiros compradores.
  •          Não adianta obter riquezas ou recursos financeiros se não souber aplicá-los corretamente; bom emprego e negócios rentáveis de nada servem se estiverem nas mãos de quem não possui condições intelectuais para administrá-los [Pr 17:16 – De que serviria o dinheiro na mão do tolo para comprar sabedoria, visto que não tem entendimento?].
Dívidas excessivas podem levar um
cidadão honesto a agir tipicamente
como uma pessoa de mau caráter;
antes de colocar em risco a sua
reputação é necessário batalhar
sem medir esforços para honrar
todos os seus compromissos
3. Aja com integridade, fuja da corrupção
  •          Em Lucas 3:13,14, João Batista ensinou os publicanos[6] a não pedirem mais do que o que lhes estava ordenado e disse aos soldados para não maltratarem e nem aceitarem suborno de ninguém, e para se contentarem com o seu salário; como tem sido a tua conduta profissional?
  •          Muitos crentes, as vezes, agem impiamente trabalhando de forma desonesta sob a desculpa de suas condições financeiras estarem ruins, se auto justificando na necessidade de darem melhores condições à sua família.
  •          Lembra da história de Acã[7]? A desonestidade não prospera ninguém; ela traz uma alegria passageira acompanhada de muita dor e sofrimento a quem a pratica e àqueles que com ele estão.
  •          Se o teu emprego não te permite atingir seus objetivos, procure mudar de profissão, fazer cursos e investir na educação de seus filhos usando as tuas dificuldades como exemplo para que eles não venham a ter os mesmos problemas que você futuramente.
  •          A missão de um servo do Senhor vai muito além de pregar a Palavra, pois ele precisa viver a Palavra [Rm 13:13,14 – Andemos honestamente, como de dia; não em glutonarias[8], nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções[9], nem em contendas e inveja. 14Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.]?
A cada momento que colocamos
o nosso nome em um documento
de alguma instituição financeira
devemos ter plena consciência de
que, como cristãos, não é apenas
o nosso nome que está ali, mas
também o da nossa Igreja, o do
Evangelho e o de Cristo; pois é a
nossa reputação espiritual que os
ímpios vão atacar se falharmos
com nossas responsabilidades
III – É possível livrar-se das dívidas
1. Cuidado com seu cartão de crédito e com o cheque especial
  •          Cheques especiais e cartões de crédito existem para facilitar a vida dos usuários, mas isso é para quem tem sabedoria para usá-los.
  •          O problema dessas “moedas alternativas” é que você literalmente não vê o dinheiro saindo do bolso e, por isso, se não tiver um bom controle sobre os gastos, acaba gastando muito mais do que poderia.
  •          O recomendável é sempre ter às mãos papel e caneta para anotar cada centavo do que gastar diariamente, calculando os preços e os juros de tudo o que comprar.
  •          Os empréstimos são uma “solução” temporária e dificilmente resolvem o problema porque significam, na verdade, uma segunda dívida. O ideal mesmo é negociar com os credores na tentativa de se obter descontos e parcelamento, observando também os abusos e procurando se informar sobre seus direitos para, se necessário for, reclamá-los judicialmente.
  •          Atualmente não existe em nossa sociedade a escravidão de um modo oficial; porém, financeiramente, ela continua existindo e domina sobre muita gente: pessoas que se endividam, têm seus juros aumentados tão abusivamente que, muitas vezes, chegam ao ponto de não mais poderem pagar, tornando-se realmente escravas dos bancos e de outras instituições financeiras [Pr 22:7 – O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta.].
Jamais devemos agir com
avareza, mas economizar e
evitar desperdícios são
hábitos que devem fazer parte
do nosso cotidiano, pois nosso
Pai celestial nos dá provisões
para que as administremos e
não para que vivamos como filhos
manhosos e mal acostumados que
não foram ensinados a valorizar o
custo daquilo que possui
2. Vivendo de modo simples, porém tranquilo e santo
  •          Conforme aprendemos em 1ª Timóteo 6:9, a ganância pela riqueza leva o homem a cair em várias armadilhas que o leva à ruína e à perdição; as riquezas, embora sejam coisas materiais, devem ser administradas espiritualmente, ou seja: através da sabedoria alcançada pela oração, somente assim elas se tornam em bênçãos e não em maldições.
  •          Muitas vezes, é bem melhor não ter tudo aquilo que se quer, do que conquistar muitos bens e não ter tranquilidade devido às dividas, o trabalho excessivo, à pressão psicológica e, até mesmo, a consciência pesada por saber que tudo seus bens não foram alcançados honestamente.
  •          Ser rico não é pecado; pecado é deixar que as riquezas te afastem de Deus.
  •          A paz no coração do homem é um bem que não tem preço, pois não há nada melhor do que viver tranquilamente sabendo que Deus é quem lhe supre mesmo em meio às dificuldades [Pr 17:1 – É melhor um bocado seco, e com ele a tranquilidade, do que a casa cheia de iguarias e com desavença.].
Por menores que sejam nossas
posses, Deus nos abençoa
provendo o necessário para
suprir nossas necessidades;
você já o agradeceu hoje por
ter te acordado e alimentado
por mais um dia?


3. Confie em Deus
  •          De fato, também é preciso compreender que o devedor nem sempre está nessa situação porque quer, pois ele pode ter sido vítima de desemprego, enfermidades, roubo ou algum negócio mal sucedido; por isso, em tudo o que fazemos, antes de tomarmos a decisão final, devemos pedir orientação divina.
  •          Quando contraímos uma dívida que não conseguimos pagar, devemos imediatamente procurar nosso credor e lhe propor um acordo; pois aquele que se esconde está deixando bem claro que não pretende resolver o problema.
  •          Mas, não importa qual seja a origem do problema – porque todos nós falhamos e estamos sujeitos a tomar decisões erradas -, mas se confiarmos no Senhor e fizermos um firme propósito diante dEle dispostos a obedecê-lo, Ele honrará a nossa confiança e a nossa fé.
  •          Mas, também se o devedor tiver sido mal intencionado e for totalmente culpado por suas dívidas, se estiver arrependido e realmente disposto a consertar seus erros, o Senhor está pronto a perdoá-lo e a restaurar sua vida.
  •          Antes de qualquer decisão, devemos pedir a direção de Deus, pois confiar nEle é o grande segredo para o sucesso e a prosperidade de qualquer negócio [1ª Jo 5:14 – E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.].
Para o homem prudente, o melhor
investimento é poupar até ter o
suficiente para se manter caso seus
investimentos venham a falhar;
porém, tanto para poupar quanto
para investir, é necessário antes
consultar a vontade divina, pois
tudo o que temos pertence a Ele
Conclusão
  •          Apenas reflita e seja honesto contigo mesmo! Como está a tua vida financeira? E a tua consciência está tranquila?
  •          Nunca se esqueça: a honestidade é uma das principais qualidades do crente; quando ele falha nesse ponto, está desmoralizando não somente a ele mesmo, mas também sua família, a igreja, o Evangelho e o próprio nome de Jesus diante do ímpio.
  •          Planejamento e autocontrole são dois fatores essenciais para quem quer honrar seu nome e manter as portas abertas em qualquer lugar que chegar.
  •          Muitos projetos fracassam porque são realizados fora da vontade ou da permissão de Deus; oração e obediência à sua Palavra são fatores indispensáveis para se obter sucesso em qualquer tipo de negócio [Sl 127:1,2 – Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. 2Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.].
Jonas M. Olímpio

O filho pródigo desperdiçou tudo
o que tinha satisfazendo seus
próprios prazeres; quantos de nós
não temos feito isso por algumas
vezes? É hora de reavaliarmos
nossos conceitos sobre o que
significa administração financeira,
pois desperdiçar as bênçãos do
Senhor também consiste em
pecado contra Ele
[1]Comedimento: Moderação.
[2]Encolerizar: Enfurecer, zangar, irritar.
[3]Pródigo: Que despende com excessiva profusão; que desbarata os seus bens; dissipador, esbanjador, gastador, perdulário. Que distribui, faz ou emprega com profusão: Pródigo de elogios. Generoso, liberal. Aquele que gasta e destrói desordenadamente seus bens, reduzindo-se à miséria. Pessoa que por sua prodigalidade se torna incapaz de administrar seus bens.
[4]Jornaleiro: Que se faz dia a dia; diário. Trabalhador a quem se paga jornal (pagamento por dia).
[5]Mamon: É um termo derivado da Bíblia, usado para descrever riqueza material ou cobiça, na maioria das vezes. A própria palavra é uma transliteração da palavra hebraica “Mamom” (מָמוֹן), que significa literalmente “dinheiro”. Mamon não era o nome de uma divindade, como muitos pensam, e sim um termo de origem hebraica que significa dinheiro, riqueza, ou bens materiais. Jesus, no Evangelho, utiliza a palavra quando afirma que não é possível servir simultaneamente a Deus e a Mamon (Lucas 16:13).
[6]Publicanos: Cobradores de impostos do governo romano. Termo pejorativo que define homens que negociam desonestamente.
[7]Acã: [Significa Perturbador]. Foi um dos soldados da tribo de Judá. Havia desrespeitado a palavra de Deus durante a batalha de Jericó (Js 6:18,19). Em vez de destruir as coisas proibidas e entregar os metais preciosos para o tesouro de Deus, ele levou algumas coisas para a tenda dele. Escondeu uma capa babilônica, um pouco mais de 2 kg de prata e cerca de 500 gramas de ouro. A consequência foi muito grave: além dos 36 homens mortos na batalha, ele e toda a sua família com todas suas posses foram destruídas.
[8]Glutonaria: Qualidade ou vício de glutão (quem ou o que come muito e com voracidade): glutoneria, glutonia.
[9]Dissolução: Ato ou efeito de dissolver. Desfazer um acordo ou um relacionamento.
Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 9 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

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