A Divisão Espiritual no Lar

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 7 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

Falar persistentemente com
quem não quer ouvir é perda
de tempo e pode causar
resultados muito negativos;
bom testemunho, amor e
compreensão são fatores
essenciais para aqueles que
sofrem, lutam e tanto pedem
a Deus pela conversão do
seu cônjuge

Texto Áureo

    Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece a Palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra (1ª Pe 3:1).
Verdade Prática
    Ganhe o seu cônjuge[1] para Cristo, através do seu bom testemunho.
Leitura Bíblica em Classe
    1º Coríntios 7:12-16 – Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe. 13E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe. 14Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. 15Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz. 16Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?
Diferenças religiosas podem
conviver pacificamente juntas
se houver inteligência entre
ambas as partes e sabedoria do
cristão para aplicar os
benefícios do Evangelho na
vida do casal, podendo assim
chegar a ganhar a alma da sua
pessoa amada

Introdução

  •          Quando um cônjuge se converte e o outro não, algumas complicações podem acontecer entre o casal.
  •          Uma das coisas mais importantes a saber é que o crente não deve se conformar com o fato de sua pessoa amada não servir a Deus, pois isso implicará na sua salvação; e também, por outro lado, não pode forçá-la a se converter, pois o novo nascimento tem que ser verdadeiro, e aonde há decisões forçadas, não há sinceridade.
  •          O crente precisa entender que ele não é um ditador cheio de razão, mas sim um amoroso intercessor que luta sabiamente para ganhar sua família para Jesus.
  •          Não importa quais sejam os padrões de conduta que nos ensinaram para seguirmos como tradição e nem os que são seguidos por todos os que estão a nossa volta; o que importa é fazermos o que é certo perante Deus e sermos bons exemplos para que a nossa família sinta desejo de nos seguir [Js 24:15 – Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.].
Tanto a arrogância de quem fala
quanto a indiferença de quem
ouve, não só dificultam a
conversão do cônjuge descrente
como também podem destruir o
casamento

I – Convivendo com o cônjuge não crente

1. A convivência com o cônjuge descrente
  •          Na criação do mundo, Deus disse que tudo era bom com exceção de uma coisa: que o homem vivesse só.
  •          A família (homem, mulher e filhos, e não homem com homem ou mulher com mulher) é uma instituição divina, e preservá-la significa honrar ao seu Criador.
  •          A separação entre dois corpos que se uniram para formar uma família dando sequência na existência da humanidade não faz parte dos planos de Deus, essa triste realidade só existe devido à dureza do coração humano.
  •          Se a conversão for um motivo para separação, essa decisão não deve surgir por parte do crente, pois o servo de Deus tem a obrigação de, pelo menos tentar, salvar o seu casamento.
  •          Muitos casos de separação não são causados pela conversão em si, mas pela insistência do novo convertido em levar seu cônjuge para a igreja;
  •          Um bom testemunho de vida fala muito mais alto do que milhares de palavras; as pessoas precisam ver resultados e não simplesmente ouvirem dizer que servir a Deus é bom;
  •          As doutrinas, os costumes e os problemas da igreja são coisas que não se deve discutir dentro de casa para se  evitar escândalos  que possam dificultar a aproximação da pessoa ao Evangelho.
  •          Saber manter a calma em situações de adversidade é essencial para convencer o não crente de que Jesus é o caminho da paz e a solução para todos os problemas.
  •          Um servo do Senhor deve viver de maneira digna de poder ser visto como exemplo tanto na igreja quanto em sua casa [1ª Co 11:1-3 – Sede meus imitadores, como também eu de Cristo. 2E louvo-vos, irmãos, porque em tudo vos lembrais de mim, e retendes os preceitos como vo-los entreguei. 3Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher; e Deus a cabeça de Cristo.].
 Aquele que realmente ama, tudo
suporta e jamais desiste da
salvação daqueles a quem ele
ama; pois o seu coração é igual
ao de Cristo: misericordioso e
persistente até nos momentos
mais difíceis

2. Santificando o cônjuge

  •          A afirmação em 1ª Coríntios 7:14 que diz que o crente santifica[2] o seu cônjuge e também os seus filhos não significa que a salvação da sua família esteja garantida;
  •          Isso significa apenas que sua família é participante das bênçãos e está mais próxima da salvação por ter uma pessoa santificada em seu lar.
  •          A prova de que a salvação dos familiares não é garantida porque um de seus membros é crente é o fato de que, em 1ª Coríntios 7:16, a Palavra diz claramente que o marido ou a mulher não pode salvar um ao outro, e também em 1ª Pedro 3:1, diz que a pessoa que serve a Deus deve ganhar seu companheiro com um bom testemunho.
  •          Como bem sabemos, num corpo, mesmo as partes enfermas se mantém vivas porque são sustentadas pelas que estão sãs; da mesma forma, pelo fato de o casamento transformar o homem e a mulher em uma só carne – o que podemos considerar como um só corpo – o descrente é abençoado através do crente, o qual é o portador da bênção; a mulher de Jó não demonstrava ter a mesma fé, mas era abençoada da mesma forma que ele [Gn 2:24 – Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
    Jó 2:9,10 – Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre. 10Porém ele lhe disse: Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios.].
Um bom pai não precisa impor
inúmeras regras e limitações;
basta agir como ele quer que o
filho aja, que certamente ele o
imitará. Observando esse tipo
de educação bem sucedida, o
próprio cônjuge descrente se
convencerá de que esse é o
melhor caminho a seguir

II – Agindo com sabedoria

1. Na criação dos filhos
  •          Quando os filhos –que já estejam numa idade em que sejam capazes de decidirem por si próprios – não querem seguir o Evangelho, a pior coisa que um pai ou uma mãe pode fazer é tentar obrigá-los a irem à igreja; pois isso lhes causará revolta e mais rebeldia dentro de casa; e, mesmo que obedeçam, seu coração não estará voltado para o Senhor, mas simplesmente temendo a autoridade dos pais.
  •          Da mesma forma, se a mãe ou o pai for incrédulo, é preciso haver comum acordo entre o casal antes de se tomar qualquer decisão em relação aos filhos.
  •          A Bíblia mostra alguns exemplos: Em Jó 1:5 está escrito que Jó orava por seus filhos e, em Atos 16:1, relata a situação da mãe de Timóteo, que era casada com um homem grego, mas que juntamente com sua mãe, conforme está escrito em 2ª Timóteo 1:5, conseguiu criar o jovem Timóteo na presença do Senhor, o qual veio ser um dos mais valorosos obreiros da Igreja Primitiva.
  •          O procedimento de um filho crente com pais e irmãos incrédulos também deve ser o mesmo: oração, bom testemunho e sabedoria para somente falar em momentos oportunos palavras que edifiquem aqueles a quem ele ama.
  •          Numa família, o respeito deve ser mútuo, não somente os filhos têm a obrigação de respeitar aos pais, como também os pais têm o dever de tratá-los dignamente para que eles vejam que vale a pena seguir o seu caminho [Cl 3:20,21 – Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. 21Vós, pais, não irriteis[3] a vossos filhos, para que não percam o ânimo.].
A pessoa que não cumpre os seus
afazeres do dia-a-dia também
não pode exigir de seu
companheiro que ele cumpra sua
parte e, muito menos, esperar
que ele se converta observando
seus péssimos exemplos

2. Nos afazeres domésticos

  •          Muitas pessoas não ganham seus cônjuges porque relaxam em suas atividades cotidianas em nome da obra de Deus.
  •          A mulher que quer dar um bom testemunho como cristã deve respeitar as regras com alguns procedimentos básicos:
        a)      Manter a casa sempre arrumada e limpa. Quem cuida bem do ambiente de convívio demonstra ter bom gosto e cuidado com a saúde;
        b)      Fazer e servir a comida na hora certa. Não há como a mulher convencer o marido de que está preocupada em evangelizar, orar e ajudar outras pessoas se ela não alimenta nem a própria família corretamente;
        c)       Não acumular serviços domésticos. A preocupação em manter as tarefas em ordem mostra que a igreja não está “roubando” seu tempo como dona-de-casa;
        d)      Estar sempre bem arrumada e tratá-lo carinhosamente. Uma mulher relaxada e que não satisfaz seu esposo é uma perfeita candidata à traição;
        e)      Vigiar nas palavras e nas brincadeiras com irmãos da igreja. Esposos não crentes geralmente são muito desconfiados;
        f)       Se o culto passar muito do horário, deve-se ter a prudência de não esperar terminar. Deus não irá castigá-la por ela querer preservar seu casamento e a paz dentro do seu lar;
        g)      Se ele não concordar com dízimos e ofertas, é melhor obedecê-lo, pois se houver qualquer problema financeiro ele culpará a igreja. O Senhor não deixará de abençoá-la por causa disso, pois nossas bênçãos dependem de nosso coração sincero e de nossa retidão e não dos valores que entregamos no templo;
        h)      Se algum membro da família adoecer, deve-se orar por ele, mas se não houver nenhum sinal de cura, procurar socorro médico imediatamente. Tentar provar a eficiência da fé para um incrédulo pode causar escândalos e trazer sérias consequências;
        i)        Se ele fizer algo que a entristeça, pode ser difícil, mas o melhor é surpreendê-lo com carinhosas palavras de compreensão do que com indiferença ou repreensão. A melhor forma de amolecer o coração de alguém é tratá-lo bem quando ele merecer ser maltratado e perdoá-lo quando ele merecer ser castigado;
        j)        Quando quiser fazer algo que ele não concorde – mesmo que seja para fazer a Obra de Deus – não impor sua vontade, mas pedir com delicadeza e educação. A autoridade do nome de Jesus não está nos gritos ou na cara feia, mas sim na sabedoria da mansidão e, as vezes, até do silêncio.
  •          As recomendações acima, apesar de terem sido dirigidas diretamente às mulheres, são válidas também aos homens; pois o esposo que não cumpre suas mínimas obrigações para com a família jamais ganhará sua mulher e seus filhos para Jesus.
  •          Cumprir determinadas regras não é sinal de medo do homem ou submissão à vontade do inimigo. Agir com sabedoria, preservando a ordem e a decência, é prova de amor e zelo para com a alma daqueles a quem você ama.
  •          Tanto os homens quanto as mulheres que servem – ou que dizem servir – a Deus devem saber que uma das condições para se exercer um ministério bem sucedido é ser um bom obreiro dentro da própria casa [1ª Tm 3:1-5 – Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado[4], excelente obra deseja. 2Convém, pois, que o bispo[5] seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 3Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe[6] ganância, mas moderado, não contencioso[7], não avarento; 4Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia[8] 5(Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);].
O silêncio não impede a
sua adoração; o único que
pode te impedir de adorar
é você mesmo

3. Na vida espiritual

  •          Quando existe proibições ou limitações para se frequentar a igreja, a pessoa crente deve ter estratégia para cultuar, pois não é apenas dentro de um templo e ao lado dos irmãos que podemos servir a Deus.
  •          Deve-se dar um jeito de separar um tempo diário em um lugar reservado para oração, adoração e meditação da Palavra.
  •          Esses “cultos solitários” contribuirão tremendamente para a edificação do crente que permanece fiel mesmo em meio às perseguições dentro do próprio lar.
  •          Por mais que enfrente oposições e impedimentos, um verdadeiro adorador jamais perde a sua fidelidade e nem deixa de exaltar o nome do Senhor através do bom testemunho da sua maneira de viver [Rm 8:35 – Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?]?
Uma nova criatura deve
abandonar tudo o que
pertencia ao seu passado
e partir rumo à uma nova
vida; essa demonstração
de fé e esperança em um
futuro melhor também
influencia positivamente
aqueles que a observam

III – Evangelizando o cônjuge

1. Com nova postura
  •          Aceitar a Jesus significa deixar que Ele faça de você uma nova criatura, ou seja: querer realmente ter sua vida totalmente transformada;
  •          Transformação significa mudança de comportamento, e essa mudança não pode ser apenas interior, pois ela precisa ser notada por aqueles que fazem parte do seu ambiente de convívio;
  •          E a principal pessoa a perceber essa grande mudança deve ser o seu cônjuge, que é a pessoa que te conhece mais intimamente e que mais tem que suportar os seus defeitos.
  •          Desde que você confessou publicamente estar aceitando a Jesus cristo como o seu Salvador, tem acontecido alguma mudança notável em sua vida? O seu cônjuge e os seus filhos têm conseguido perceber a diferença entre a antiga e a nova criatura [2ª Co 5:17 – Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.]?
Nosso dever como cristãos não é
simplesmente pregar, mas
principalmente ser luz para
servir de orientação aos que
estão perdidos nas trevas

2. Com bom testemunho

  •          Se não houver uma grande mudança no modo de viver, falar do nome de Jesus será motivo de discórdia e não de paz dentro do lar.
  •          Também não se deve radicalizar nessa mudança e querer aplicar as regras e as doutrinas da igreja na vida da família que não é crente.
  •          Quem realmente se converte sabe zelar pelos princípios bíblicos e, ao mesmo tempo, manter a paciência e o temperamento.
  •          A melhor pregação não tem que ser necessariamente aquela de quem tem resposta para tudo citando textos bíblicos de Gênesis a Apocalipse; a melhor pregação, muitas vezes é aquela em que as suas atitudes substituem as suas palavras [Tg 2:12 – Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade. 

 2ª Co 3:2,3 – Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. 3Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.].

Entregue nas mãos do Senhor tudo
o que você tem, ou seja:
apresente diante de Deus a sua
família, os seus bens, o seu
ministério, os seus negócios, e
os seus projetos; pois nas mãos
dEle, nada pode dar errado!

Conclusão

  •          Deus criou a família perfeita, mas, como podemos observar no primeiro casal – Adão e Eva – a falta de prudência e vigilância fez com que o pecado entrasse diminuindo drasticamente a sua alegria em usufruir das bênçãos celestiais.
  •          A existência dos mais diversos problemas que podemos enfrentar não é motivo para acharmos que tudo está perdido; o pecado pode até ofuscar o brilho, mas nunca apagará a luz daquele que confia plenamente no Senhor.
  •          A salvação da família – como também de todos quanto pudermos alcançar – é uma promessa divina; porém, ela é condicional e depende tanto da nossa verdadeira fé em Deus quanto do nosso sábio procedimento diante dos homens.
  •          A conversão de uma pessoa – quando é verdadeira e lhe traz benefícios -, muitas vezes acaba exercendo grande influência sobre toda a família ou, pelo menos, parte dela; crer no poder transformador de Cristo é a base para que aqueles que você ama se acheguem aos pés dEle [At 16:31 – E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.].
Jonas Martins Olímpio

Santificar significa “separar”;
você já separou a tua vida para
Deus? Quando colocamos nossa
vida diante do altar, o fogo
que desce para receber nosso
sacrifício abrange não só a nós
mesmos, mas a todos a nossa
volta

[1]Cônjuge: Cada um dos esposos em relação ao outro. Quem é casado. A esposa e o esposo.

[2]Santificar: Ato de separar do mundo e dedicar a Deus (Lv 20:7; 1ª Ts 5:23). Purificar, consagrar.
[3]Irritar: Encolerizar, excitar, incitar, estimular, provocar de forma intensa. Fazer perder a paciência.
[4]Episcopado: A função de bispo (1ª Tm 3:1). supervisão. Ministério de supervisão, ofício, cargo, ofício de um ancião. Supervisores ou dirigentes de uma igreja cristã.
[5]Bispo: Dirigente da igreja cristã. Os bispos se dedicavam ao ensino da doutrina e à pregação do evangelho. Nos tempos apostólicos, o bispo cuidava de uma igreja local e era também chamado de presbítero (At 20:17-28; 1ª Tm 3:1-7; Tt 1:5-9); ancião. Só mais tarde os bispos se tornaram responsáveis por um grupo de igrejas de determinada região.
[6]Torpe: Desonesto, impudico. Indecoroso, infame, vergonhoso. Indecente,  obsceno. Ignóbil, sórdido. Asqueroso, nojento, repugnante. Maculado, manchado, sujo.
[7]Contencioso: Causador de contendas. Que é contestado, litigioso. Duvidoso, incerto. Encrenqueiro. Popularmente chamado de contendeiro.
[8]Modéstia: Simples; sem vaidade.

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 7 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

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