A Morte para o Verdadeiro Cristão

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 3 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio  

A morte para o verdadeiro cristão
não é derrota, mas sim uma grande
vitória alcançada através de sua
partida dessa terra para o seu
definitivo lar celestial

Texto Áureo

    Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho  (Fp 1:21).
Verdade Prática
    Para o crente, a morte não é o fim da vida, mas o início de uma plena, sublime e eterna comunhão com Deus.
Leitura Bíblica em Classe
    1ª Coríntios 15:51-57 – Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; 52Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis[1], e nós seremos transformados. 53Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. 54E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e
isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. 55Onde está, ó morte, o teu aguilhão[2]? Onde está, ó inferno, a tua vitória? 56Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
A passagem para um “outro
mundo” causa apreensão, medo
e duvidas; mas, para aqueles
que estão edificados em Cristo,
a certeza da salvação traz paz,
alegria e segurança

Introdução

  •          A ignorância e o medo de um futuro incerto, causados pela falta de conhecimento, geram tanto pânico em torno da morte que acabam transformando-a em um assunto tão indesejável que chega a ser evitado pela grande maioria das pessoas.
  •          Na verdade, a morte nada mais é do que um evento natural que ocorre em consequência da própria vida: não há como escapar dela!
  •          Existem muitas fantasias e falsas crenças a respeito da vida sobrenatural como, por exemplo, a reencarnação e a existência de espíritos que vagam, chamados de fantasmas; mas a Bíblia é clara ao afirmar em Hebreus 9:27 que está ordenado aos homens morrerem apenas uma vez e que depois disso vem o julgamento.
  •          Todo esse negativismo a respeito dela é resultado do pavor do sofrimento que pode ocorrer antes e da incerteza do que vem após ela.
  •          Somente quem tem absoluta certeza da salvação de sua alma não tem nenhum medo desse momento tão misterioso e assustador.
  •          É óbvio que nenhum de nós deseja morrer – pois todos nós temos família e pensamos no seu sofrimento -; só que a questão não é querer morrer, mas sim estar preparado para quando isso inevitavelmente acontecer.
  •          A morte é imprevisível, e para os que ficam é necessário um grande amparo psicológico e espiritual por parte dos amigos e da igreja, mas muitos obreiros demonstram muito despreparo no auxílio às famílias dos irmãos que partiram, ou estão prestes a partir, para o Senhor, pois evitam até mesmo pregar ou ensinar sobre isso nos púlpitos.
  •          As vicissitudes[3]da vida ocorrem quando menos esperamos, estar preparado para elas é uma questão de prudência.
  •          Tudo o que temos a fazer devemos fazer em vida porque depois que descermos à sepultura, nenhuma oportunidade mais teremos [Sl 6:5 – Porque na morte não há lembrança de ti; no sepulcro quem te louvará?].
A morte é cercada por muitas
fantasias e falsas informações;
uma das coisas que precisamos
saber é que embora ela seja
usada por Satanás, não pertence
a ele, pois nenhum mal pode
tocar a nossa vida sem a
permissão divina
I – O que é a morte
1. Conceito
  •          Uma definição prática para a morte é a interrupção definitiva da vida terrena;
  •          Na ciência, desde os tempos antigos, ela era definida como parada cardíaca e respiratória;
  •          No conceito atual, a medicina a descreve como cessamento clínico, cerebral ou cardíaco irreversível do corpo humano;
  •          De um modo, a constatação do óbito é conhecida como interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo.
  •          A partir desse inevitável acontecimento, surge uma grande oportunidade para se fazer um nobre ato de amor: a doação de órgãos.
  •          Enquanto a Igreja do Senhor não for arrebatada dessa terra, por mais que a ciência avance e por melhor que nos cuidemos, uma coisa é certa: mais cedo ou mais tarde, a morte chegará para todos nós [Ec 8:8 – Nenhum homem há que tenha domínio sobre o espírito, para reter o espírito; nem tem poder sobre o dia da morte; nem há armas nessa peleja; nem tampouco a impiedade livrará aos ímpios.].
Em vez de perder tempo com
mitologias e histórias infundadas,
o cristão deve buscar
conhecimento sobre assuntos
místicos e polêmicos como esse
nas Escrituras Sagradas
2. O que as Escrituras dizem
  •          Em Romanos 6:23, a morte é classificada como o salário do pecado; pois ela é consequência do pecado de Adão no Jardim do Éden.
  •          A exemplo de seu patriarca, o homem, até os dias atuais, continua pecando e, dessa maneira, de certa forma, abreviando a sua vida.
  •          O sofrimento humano e a degeneração desse corpo físico não eram a vontade de Deus, mas, através da desobediência, o próprio homem escolheu esse destino.
  •          Porém, a vida não deixou de ser eterna; ela não somente poderá continuar existindo nesse corpo.
  •          Embora haja exceções, a forma como morreremos, depende muito da forma como vivemos [Gl 6:7,8 – Não erreis: Deus não se deixa escarnecer[4]; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. 8Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna.].
A morte não é o fim como muitos
pensam; ela é a passagem para a
vida eterna: seja a salvação ou a
condenação. E ao contrário dos
ensinamentos de muitas seitas, não
existe apenas o paraíso, mas o
inferno também é real
3. É a separação da alma do corpo
  •          Biblicamente podemos chegar a essa conclusão através do texto de Gênesis 35:18, que referindo-se a morte de Raquel[5], diz que sua alma saiu de seu corpo.
  •          Em Tiago 2:26, o apóstolo, exemplificando a importância das obras, declara que o corpo sem o espírito – a alma – está morto.
  •          Então podemos concluir que para que haja vida física é necessário haver o que teologicamente chamamos de tricotomia (a união do corpo, da alma e do espírito).
  •          Enquanto nosso corpo, alma e espírito permanecerem ligados um ao outro aqui nessa terra, temos que mantê-los em condição digna para que no momento que nosso Pai requerer aquilo que lhe pertence, possamos devolver-lhe assim como Ele nos deu [1ª Ts 5:23 – E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Lc 12:20 – Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será?].
Os antigos egípcios embalsamavam
os corpos sob a esperança da vida
eterna; porém, nós cristãos,
sabemos que a verdadeira vida
eterna só pode ser conquistada
através do embalsamamento do
coração, ou seja: da conservação
dos nossos sentimentos,
pensamentos e atitudes voltados
para as coisas espirituais
II – A vida após a morte
1. O que diz o Antigo Testamento
  •          O Antigo Testamento expõe com grande riqueza, vários detalhes em relação a vida após a morte.
  •          Em Jó 14:14, o patriarca levanta a seguinte questão: “Morrendo o homem, porventura tornará a viver?”; essa continua sendo uma das maiores indagações de todos os tempos: “Existe vida após a morte?”.
  •          O lugar para onde vão os espíritos dos mortos é chamado de sheol[6], e traduzido nas Escrituras como inferno ou sepultura, como, por exemplo, em Salmos 16:10 e 49:14,15;
  •          Tais afirmações expressam claramente a ideia de que há vida após a morte: sofrimento para os ímpios e salvação para os fiéis.
  •          Conforme vemos em Jó 19:26, esse servo de Deus tinha a certeza da continuação da vida fora da terra: “E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus.
  •          No Salmo 17:15, o salmista fala confiante sobre sua morte: “Portanto está alegre o meu coração e se regozija a minha glória; também a minha carne repousará segura.”.
  •          Em Isaías 26:19, o homem de Deus também aborda esse assunto, falando sobre ressurreição: “Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos.”.
  •          Em Daniel 12:2, o profeta fala sobre o mesmo tema, alertando para o fato de que não somente os salvos ressuscitarão, mas também os ímpios para a condenação: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.”.
  •          Os mortos nada sabem com relação ao que se passa nessa terra, mas isso não significa que sua mente esteja adormecida e que não haja consciência sobre o lugar aonde estão [Ec 9:5,6 – Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento. 6Até o seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram e já não têm parte alguma neste século, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.].
A ressurreição de Cristo e o seu
nascimento dentro do nosso
coração renovou nossas razões
para viver, ensinando-nos a
esperar pela morte tendo a
certeza de ressuscitar num corpo
perfeito num lugar esplendoroso
assim como Ele e com Ele
2. O que diz o Novo Testamento
  •          No Novo Testamento temos o maior e mais perfeito de todos os exemplos sobre vida após a morte: o próprio Senhor Jesus Cristo.
  •          Ele próprio nos dá essa certeza deixando-nos os seguintes ensinamentos: não se deve temer os que podem matar o corpo porque eles não têm poder sobre a alma: somente Deus tem poder para condenar (Mt 10:28); se houver arrependimento, até um pecador pode ter a certeza de entrar no paraíso (Lc 23:42,43); Ele é a ressurreição e a vida e está disposto a dar vida eterna – salvação– a todo aquele que nEle crê (Jo 11:25,26); nos dá a certeza de que a nossa morada está preparada (Jo 14:1-3);
  •          O apóstolo Paulo ainda completa, em 2ª Coríntios 5:1, afirmando que quando a nossa casa terrestre desse tabernáculo – nosso corpo – se desfizer – não tiver mais vida -, teremos de Deus um edifício que é uma casa feita não por mãos humanas, mas eterna, nos céus. E em Filipenses 3:21, ele diz ainda que o Senhor transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.
  •          Na parábola do rico e Lázaro, Jesus confirma o que diz em Eclesiastes 9:5,6: apesar de os mortos não terem conhecimento do que se passa aqui na terra, eles têm total consciência no lugar aonde estão; inclusive, dependendo do fato de terem sido salvos ou condenados, podem sentir prazer ou sofrimento [Lc 16:22-24 – E aconteceu que o mendigo morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico e foi sepultado. 23E, no Hades[7], ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio. 24E, clamando, disse: Abraão, meu pai, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.].
A saudade, a dor e a tristeza
por aqueles que dormiram
no Senhor, um dia será
substituída pelo prazer do
reencontro, caso
permaneçamos trilhando o
caminho da salvação
III – Morte, o início da vida eterna
1. Esperança, apesar do luto
  •          Para quem morre tendo sua vida de acordo com os princípios cristãos, há mais do que esperança: há certeza da salvação, paz e gozo eterno.
  •          De fato, é compreensível a tristeza da família pela saudade do ente querido; mas o conforto, para aqueles que conhecem a Deus e a sua Palavra é saber que ele está em um lugar muito melhor do que aqui.
  •          Aos que perderem alguém que ama, só resta uma esperança: procurar viver na presença do Senhor para um dia se encontrar com aquele que um dia partiu dessa terra.
  •          A morte nos ensina a viver prudentemente para que o nosso corpo não seja um canal de destruição para a nossa alma [Ec 7:1-4 – Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento[8], e o dia da morte, do que o dia do nascimento de alguém. 2Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque ali se vê o fim de todos os homens; e os vivos o aplicam ao seu coração. 3Melhor é a tristeza do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração. 4O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos, na casa da alegria.].
O que nos move a permanecermos
firmes nessa luta é a certeza de
que todo o sofrimento terá um fim,
e que haverá grande recompensa
aos que vencerem
2. A morte de Cristo e a certeza da vida eterna
  •          A humanidade não teria esperança se fosse ser julgada pela justiça da lei; então, com seu imenso amor, Deus entregou seu próprio filho como sacrifício vivo para perdoar os pecados daqueles que nEle cressem e recebessem como Salvador.
  •          Aqueles que rejeitam o Evangelho – ou dizem aceitá-lo, mas o desobedecem -, estão desonrando o seu sacrifício e desmerecendo a sua maravilhosa graça.
  •          Uma das mais claras declarações de Jesus a respeito da ressurreição está em Marcos 12:26,27, onde Ele diz: “E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é de mortos, mas sim é Deus de vivos…”; isso significa que esses homens que fisicamente aqui na terra estavam mortos, no Reino Celestial estavam vivos.
  •          A morte de Cristo é a garantia da nossa ressurreição; pois como Ele ressuscitou, ressuscitaremos nós também [1ª Co 15:12-19 – Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? 13E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. 14E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. 15E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não ressuscitam. 16Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18E também os que dormiram em Cristo estão perdidos. 19Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.].
Há uma vida riquíssima e maravilhosa
esperando por aqueles que, aqui
nessa vida passageira, valorizarem e
adorarem a Deus verdadeiramente
como Ele merece
3. A morte: o desfrutar da vida eterna
  •          Para o verdadeiro crente, a morte não significa o fim e nem o tormento; para um servo fiel, ela representa o início de uma eternidade de alegria sem fim.
  •          Se você é fiel, não pense que Satanás quer a sua morte, pois ela é o passaporte para a sua salvação, ou seja: uma grande vitória para você e mais uma derrota para ele; mas é preciso vigiar, porque o que ele realmente tentará fazer será te matar espiritualmente.
  •          Para a nós, a morte significa grande vitória: representa o fim de uma dura jornada cheia de obstáculos e batalhas, em que, finalmente, aquele que lutou e venceu sem desistir vai receber seu grande prêmio.
  •          O segredo para a conquista da vida eterna com Cristo está na nossa permanência na prática do amor ensinado por Ele [Jd 1:21- conservai a vós mesmos na caridade de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.].
Para muitos, a vitória sobre a morte
está em matar os inimigos; mas para
os verdadeiros cristãos, a verdadeira
vitória consiste em vencer o ódio e
perdoar para também ser perdoado,
e assim herdar o Reino de paz
celestial prometido pelo Rei da glória
Conclusão
  •          Nosso corpo é frágil e nossa vida aqui é passageira; mas isso não é razão para nos descuidarmos ou desejarmos a morte. Devemos viver prudentemente como mordomos de nosso corpo e de tudo mais o que Deus nos deu com muito amor e responsabilidade.
  •          Nossa vida deve ser usada para salvar outras vidas, levando-as ao conhecimento da Palavra, dando-lhes também oportunidade de salvação.
  •          O crente que o Senhor permitir chegar a uma idade avançada, deve terminar seus dias com prazer e alegria mesmo que não estiver usufruindo de perfeita saúde; frustrações e depressão não podem fazer parte da vida daqueles que se dedicaram à Obra até o fim dos seus dias.
  •          Nossa vitória sobre a morte consiste em não sermos derrotados pelo pecado [1ª Co 15:55-57 – Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? 56Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.].
Jonas Martins Olímpio

O unguento derramado por uma
mulher sobre Jesus tinha um
altíssimo valor; ela não se
preocupou com quanto estava
gastando e nem com as críticas
que estava recebendo. Essa é
uma atitude típica de crentes
cujos objetivos não estão aqui 

nessa vida, mas sim após a 
morte: a vida eterna!
[1]Incorrutível: Que não se corrompe. Incapaz de se deixar corromper ou subornar. Algo que não pode ser destruído.
[2]Aguilhão: Ponta de ferro fixada na extremidade de um bastão, para picar os bois. Ferrão.
[3]Vicissitude: Mudança das coisas que se sucedem; alternativa, alternância: a vicissitude das estações. Eventualidade, acaso, azar: as vicissitudes da fortuna. Revés. Instabilidade das coisas; volubilidade.
[4]Escarnecer: Zombar.
[5]Raquel: Filha de Labão, sobrinha de Rebeca, irmã mais nova de Lea, esposa favorita de Jacó e mãe de José e Benjamim. O seu nome tem origem hebraica cujo significado é rosa amorosa. Sua história é contada no livro de Gênesis, do capítulo 29 ao 35.
[6]Sheol: Sepultura, túmulo, cova ou abismo (Jó 7:9; Sl 18:5-7; 86:13; 139:8; Jn 2:2; Pr 30:16).
[7]Hades: Lugar dos maus; também traduzido como inferno (Mt 11:23;16:18; Lc 10:15; 16:23; At 2:27,31; Ap 1:18; 6:8; 20:13,14). Na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos.
[8]Ungüento: Designação antiga de certas drogas ou essências, com que se perfumava o corpo. Medicamento para uso externo, pouco consistente, e que tem por base uma substância gorda.
Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 3º Trimestre de 2012 – Lição 3 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s