Sardes, a Igreja Morta

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 2º Trimestre de 2012 – Lição 7 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio
  
Ruínas de templos pagãos: isso é
o que restou da história da antiga
cidade de Sardes

Texto Áureo

    Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá (Ef 5:14).
Verdade Prática
    Somente o Espírito Santo pode reavivar a Igreja e levá-la a posicionar-se como a agência por excelência do Reino de Deus.
Leitura Bíblica em Classe
    Apocalipse 3:1-6 – E ao anjo da igreja que está em Sardes[1] escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço
as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto. 2Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. 3Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei. 4Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso. 5O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. 6Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Todo o dinheiro e o poder da grande
capital do Reino da Lídia não
serviram para mantê-la de pé, pois
ela confiou nos falsos deuses não
reconhecendo o único e verdadeiro
Deus

Introdução

·         A morte espiritual da igreja de Sardes não foi repentina: ela foi morrendo aos poucos.
·         Ela era semelhante a um cadáver bem maquiado: tinha uma boa aparência, mas estava sem vida.
·         Essa é também a triste realidade de muitas igrejas atuais que, espiritualmente, estão respirando por aparelhos e sua morte já está previamente decretada, mas se recusam a admitir isso, negando-se a receber um tratamento em busca da cura.
·         Mas não há razão para pânico, pois o Senhor Jesus, através de seu  Santo Espírito, quer fazer o grande milagre da ressurreição, bastando para isso que esses pacientes em estado terminal tenham vontade de viver.
·         Essa ressurreição começa na busca por uma mudança na maneira de viver [Ef 5:15-19 – Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, 16remindo o tempo, porquanto os dias são maus. 17Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor. 18E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito, 19falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração,].
O vilarejo de Sart – que atualmente
pertence à cidade turca de
Manisa – tem uma grande
importância histórica e
arqueológica para cristãos e
não cristãos que o visitam de
várias partes do mundo

I – A igreja em Sardes

1. A cidade de Sardes
·         Os moradores de Sardes consideravam a cidade como inexpugnável[2], devido ao fato de ela estar a quinhentos metros acima do mar.
·         Outro motivo de orgulho estava em suas muitas riquezas; pois, através do garimpo no rio Pactolos[3], eram extraídas grandes quantidades de ouro e prata.
·         Suas águas eram ainda tão puras e boas que eles diziam fazer bem à saúde.
·         Ela pertencia ao Reino da Lídia[4], e seus tesouros proporcionaram aos seus monarcas muita glória e honra.
·         Um bom exemplo disso foi o grande Creso[5]; esse rei acumulou tantas riquezas que quando alguém era bem sucedido em seus negócios, as pessoas proferiam o seguinte ditado: “Rico como Creso”.
·         Porém, toda a sua riqueza, altura e benefícios à saúde trazidos pelo seu rio não impediram que tempos depois essa suntuosa cidade se transformasse em um monte de ruínas.
·         Os valores e os prazeres desse mundo são passageiros, apenas as riquezas conquistadas espiritualmente e a alegria da comunhão com o Pai durarão eternamente [1ª Jo 2:15-17 – Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 16Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. 17E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.].
Tanto a igreja quanto a cidade de
Sardes tiveram algo em comum:
ambas começaram bem e, em seu
auge pareciam ser indestrutíveis;
porém, seu apego às riquezas
materiais as transformaram nisso
que se vê hoje: apenas restos de
um glorioso passado

2. A igreja em Sardes

·         Na época em que foi fundada, provavelmente pelo apóstolo Paulo, essa igreja gozava de uma plena de comunhão com Deus.
·         Ela era composta por pessoas provenientes de várias etnias e, conforme Romanos 6:3 relata o que acontecia nas igrejas naquela época, todos foram batizados com o Espírito Santo.
·         No início, nem mesmo sua grande variedade cultural trazida por povos de diferentes tradições, influenciava em sua adoração ao Senhor.
·         Mas, com o passar dos tempos, as coisas foram mudando e aquela que era cheia de vida, foi perdendo a saúde e começou a morrer lentamente sem perceber.
·         A morte espiritual dos crentes de Sardes não influiu em sua aparência, pois eles continuavam demonstrando estar avivados; conforme o próprio Senhor Jesus disse, apenas tinham nome de que viviam, mas estavam mortos.
·         Somente quem está vivo consegue identificar um morto; e uma dos fatores que possibilitam essa identificação é a repulsa ao seu mal cheiro; você tem conseguido se enojar do cheiro do pecado?
·         O apóstolo Paulo enfrentou o mesmo problema com os crentes da Galácia: eles haviam começado muito bem, mas, com o passar do tempo, foram se deixando levar pelas coisas desse mundo e, assim como os irmãos de Sardes e de Éfeso, acabaram deixando esfriar o primeiro amor [Gl 3:1-3 – Ó insensatos gálatas! Quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi já representado como crucificado? 2Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? 3Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?].
Jesus deu-lhes uma oportunidade
para o arrependimento, mas eles
valorizaram mais aquilo que podia
proporcionar-lhes prazer nesse mundo

II – A identificação do Missivista

1. O que tem os sete Espíritos de Deus
·         Jesus se apresenta nessa missiva[6] como aquele que tem os sete Espíritos de Deus.
·         Sardes precisava saber urgentemente que sem a verdadeira presença do Espírito Santo é impossível viver.
·         Desde a criação do universo, foi Ele quem agiu dando vida à terra que era sem forma e vazia; e foi Ele também quem derramou poder sobre os discípulos no dia de Pentecostes.
·         Sem Ele não pode haver arrependimento, regeneração e transformação, pois é Ele quem convence o homem do pecado, liberta-o da escravidão do inimigo e proporciona-lhe uma nova vida.
·         Sardes precisava de um milagre, porque ninguém pode se sustentar somente de aparência diante de Deus.
·         No Antigo Testamento, ainda na época da lei, o salmista já tinha preocupação com sua situação espiritual, e agia perante Deus de forma totalmente contrária à que muitos crentes viriam a agir depois, em plena dispensação da graça [Sl 51:8-12 – Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste. 9Esconde a tua face dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades. 10Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto. 11Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo. 12Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário.].
Se a Igreja tivesse dado ouvidos ao
Espírito Santo de Deus, Sardes hoje
realmente seria aquilo que, naquela
época, ela apenas parecia ser: uma
cidade forte e poderosa

2. Os sete Espíritos de Deus

·         Jesus também se apresentou como o soberano da Igreja; pois toda ela é submissa ao seu poder, porque ele derramou seu sangue por cada um de seus membros.
·         Estes sete Espíritos que Ele menciona em Apocalipse 3:1, são os mesmos descritos no livro do profeta Isaías 11:2: “E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor.”.
·         Esta sétupla[7] ação do Santo Espírito de Deus é o que representa o poder do Senhor Jesus para trazer de volta à vida aqueles que já faleceram espiritualmente.
·         A Palavra de Deus é bem clara: quem não tem o Espírito Santo, ou seja: não vive de uma forma agradável a Deus, está espiritualmente morto [Rm 8:5-9 – Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. 6Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. 7Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. 8Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. 9Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.].
Aqueles que tentam brilhar no lugar
de Deus, têm o seu brilho apagado e
sua imagem somente é lembrada
como símbolo de vergonha, derrota
e destruição

3. As sete estrelas

·         Jesus é o Rei absoluto sobre as igrejas que confessam o seu maravilhoso nome.
·         Em Apocalipse 1:20, vemos que as sete estrelas representam os pastores das sete igrejas da Ásia.
·         Na visão de João, essas estrelas estavam na sua mão direita. Mão direita significa força e habilidade; portanto, podemos concluir que essas são as características dos líderes que se colocam nas mãos do Senhor.
·         Há pessoas que gostam muito de brilhar diante de seu ministério; mas aquelas que são estrelas nas mãos de Jesus, reconhecem que esse brilho pertence a Ele, e procuram diminuir para que Ele cresça.
·         Toda a honra e toda a glória devem ser dadas somente a Deus; a nossa satisfação deve se resumir no imenso prazer que nos é proporcionado pelo privilégio de servi-lO [Gl 6:14 – Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo.]?
Aquele que se esquece do Criador,
também tem a memória de suas
glórias e sua honra apagadas
aqui na terra

III – A doença e a morte de uma estrela

1. Perda de memória
·         Talvez as demais igrejas até invejassem a beleza de Sardes, mas mal sabia como ela realmente estava por dentro; jamais devemos nos apegar à aparência de ninguém, pois somente Deus conhece o coração e a mente de cada um de nós.
·         Perda de memória foi um dos primeiros sintomas de sua fatal doença; isso fica claro quando Jesus disse ao pastor que era necessário se lembrar do que tinha recebido e ouvido, guardar isso e arrepender-se.
·         A morte de um crente começa pelo esquecimento, e existem basicamente dois tipos de esquecimento: o esquecimento das promessas que Deus lhe fez, e o esquecimento das promessas que ele fez a Deus.
·         Somente quem tem o Espírito Santo consegue manter viva em sua memória as promessas de Deus em sua vida e também os seus compromissos para com Ele [Jo 14:26 – Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.].
Negligenciar as coisas de Deus é
negligenciar a si mesmo; triste é
o fim daqueles que deixam seus
compromissos espirituais em
segundo plano

2. Desleixo[8]

·         O relaxamento dos cumprimentos de suas obrigações também trazem sérias consequências à saúde.
·         Uma pessoa relaxada não se cuida: ela não se alimenta, não se exercita, não descansa e nem se higieniza corretamente; esse descuido provoca várias doenças que lentamente levam a uma morte sofrida e inevitável.
·         Sabemos que temos falhas, porém a perfeição não consiste em não errar, mas sim em fazer o possível para acertar; e, nesse ponto, aquela igreja estava em falta, pois Jesus disse que não havia achado suas obras perfeitas diante de Deus.
·         Romanos 12:7,8 nos ensina a sermos dedicados naquilo que fazemos; dedicação é a melhor forma de combater a maldição do relaxamento.
·         O desleixo leva à negligência,a negligência leva o servo de Deus a trabalhar relaxadamente e esse relaxo o leva à condenação [Mt 25:24-30 – Mas, chegando também o que recebera um talento[9] disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; 25e, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. 26Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei; 27devias, então, ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o que é meu com os juros. 28Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem os dez talentos. 29Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver, até o que tem ser-lhe-á tirado. 30Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes.].
A atual aparência do vilarejo aonde
estava situada a cidade de Sardes,
reflete bem a situação de sua
antiga igreja: um belo corpo sem
vida

3. Descaso para com o remanescente fiel

·         Já o descaso pode ser considerado como uma doença mental, porque quem pratica a loucura dessa maldade não se importa com os problemas e as necessidades de seu próximo.
·         Jesus lhe disse para confirmar o restante que estava para morrer; isso não significa confirmar sua morte, mas sim confirmar a sua fé, ou seja: era para ajudar aqueles que ainda tinham chance para se salvar, pois nem todos estavam completamente perdidos.
·         Em Apocalipse 3:4, Ele afirma que algumas pessoas ainda não haviam se contaminado; Ele estava se referindo àqueles que não eram orgulhosos, rebeldes, adúlteros, fornicadores, hereges, ladrões, cobiçosos, caluniadores, etc. Parece incrível, mas existia – e existem – crentes desse tipo dentro da igreja.
·         Por mais que o pecado prolifere no meio do povo de Deus, sempre haverá aqueles que mantém sua fidelidade à Palavra da Verdade que têm aprendido.
·         Agir com descaso em relação aos irmãos que querem ser fiéis, mas que estão tendo dificuldades em sua caminhada, é uma falha gravíssima diante de Deus [Ez 3:20 – Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça e fizer maldade, e eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá; porque, não o avisando tu, no seu pecado morrerá, e suas justiças que praticara não virão em memória, mas o seu sangue da tua mão o requererei.].
As armas que tiram a nossa vida
pecaminosa e nos dão uma nova
vida completamente transformada
são o conhecimento da Palavra e
a oração

Conclusão

·         Aos que não reagissem à doença mortal do pecado, as consequências seriam muito trágicas: teriam o seu nome riscado do livro da vida.
·         Esquecimento, negligência e falta de amor são graves enfermidades que podem matar e causar separação eterna entre o homem e Deus.
·         Só há um tipo de morte pela qual devemos fazer questão de passar: é a morte para o pecado; fora isso, sabemos que Deus é Deus de vivos e não de mortos.
·         AquEle que morreu por nós, espera que sejamos vivificados através de seu sacrifício na cruz [Gl 2:20 – Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.].
Jonas Martins Olímpio

O rei Creso foi mais um,
entre muitos homens, que
confiou mais no poder das
riquezas materiais do que
no poder do Dono do ouro
e da prata; sabe quais
foram os benefícios que
isso lhe trouxe? Além de
prazeres passageiros, nada
mais!

[1]Sardes: Sardes, ou às vezes Sardis e Sárdis (Σάρδεις, em grego), correspondente ao moderno vilarejo turco de Sart (província de Manisa), foi a capital da antiga Lídia – tendo sido depois a sede de uma província romana após as reformas administrativas de Diocleciano, continuando a pertencer a Roma depois e durante o período bizantino. Sardes localizava-se no fértil vale do rio Hermo e no sopé do íngreme monte Tmolo, distante cerca de 34 km ao sul daquele curso d’água. A importância da cidade era devida ao seu poderio militar, à sua relevante localização ligando o Egeu ao interior e a situar-se em um vale muito fértil. Sardes é a destinatária de uma das cartas às igrejas do Livro do Apocalipse (Ap 3:1-6). Sardes significa “Remanescente”, ou “o que escapou”.

[2]Inexpugnável: Que não se pode tomar, vencer, conquistar pela força das armas.
[3]Rio Pactolos: Rio turco que nasce no monte Tmolus, passa pelas ruínas da antiga cidade de Sardis e funde-se com o rio Gediz, antigo Hermus, acabando por desaguar no mar Egeu. O Pactolo antigamente possuía as areias auríferas que eram a base da economia do antigo estado da Lídia. De acordo com a lenda o rei Midas renunciou ao seu “toque dourado” lavando as suas mãos no rio.
[4]Reino da Lídia: Era uma antiga região da Ásia Menor. Atribui-se aos lídios a invenção da moeda. Quando Ciro II da Pérsia conquistou a Lídia, apoderou-se de sua grande riqueza e nomeou Creso como seu conselheiro, depois de evitar que esse se suicidasse atirando-se em uma grande pira. Segundo a Bíblia, os lídios eram um povo semita, visto que seu antepassado histórico descendia de Lude, filho de Sem, segundo tradição regional.
[5]Creso: Foi o último rei da Lídia, da Dinastia Mermnada, (560–546 a.C.), filho e sucessor de Aliates que morreu em 560 a.C.. Submeteu as principais cidades da Anatólia (salvo a cidade de Mileto).
[6]Missiva: Carta, epístola.
[7]Sétuplo: Que vale sete vezes outro. Número que vale sete vezes outro.
[8]Desleixo: Negligência, falta de cuidado. Indolência, moleza, abandono.
[9]Talento: O talento de ouro ou prata era a unidade de moeda romana para grandes quantidades de dinheiro. Ele foi introduzido na Grécia Antiga e depois adaptado para o sistema monetário romano. Um talento era igual a 60 minas, que, por sua vez eram equivalentes a 100 dracmas. Sabendo que uma dracma era igual a 4,5 a 6 gramas de ouro ou prata, um talento significava entre 27 a 36 quilos de metal. Estudiosos calculam que um talento hoje valeria no mínimo 1300 dólares (cerca de dois mil reais). Espiritualmente, os talentos representam os dons que o Espírito Santo nos concede e, na linguagem popular expressa as habilidades especiais de uma pessoa; era um termo muito usado pelos romanos para elogiar uma pessoa de valor.

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 2º Trimestre de 2012 – Lição 7 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Congr. Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s