Estamos com medo do quê?

Você tem medo? Então nem se aliste!
    Observe bem o que está escrito em Lucas 10:19: “Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum.” Será que Jesus disse essas palavras em vão? Ou será que esse foi um privilégio dispensado apenas aos discípulos? Por que nos acovardamos tanto diante das situações que enfrentamos no dia a dia? Por que parece que é tão difícil falar de Jesus para aqueles que não  o aceitam? Estive observando que, muitas vezes, nos comportamos diante dos pecadores como se nós é que estivéssemos e
rrados: pois, as vezes, nos escondemos como se não quiséssemos ofendê-los ou assustá-los manifestando a nossa fé e deixamos que a vergonha e o medo de sermos censurados nos impeçam de exercer a autoridade que nos foi dada. Sem perceber, perdemos muitas oportunidades de evangelizar! É impressionante a nossa lerdesa diante dos filhos das trevas, pois eles nunca perdem uma oportunidade de criticar, zombar, reclamar e tentar prejudicar aqueles que pregam e vivem a verdade; nossa conduta os incomoda, e eles não fazem questão nenhuma de esconder sua insatisfação em relação a nós! Somos educados demais: quando recebemos visita de um não-crente, desligamos o rádio porque sabemos que louvor o incomoda; quando estamos falando de Deus com um irmão, se chega um ímpio, mudamos de assunto; quando vamos para a igreja não convidamos nossos amigos incrédulos para não aborrecê-los; quando um pecador nos conta seus erros e nos pede um conselho, recomendamos todas as soluções possíveis, só não dizemos que ele precisa de ajuda espiritual. Porém, eles não fazem questão de nos respeitar abaixando o volume de suas músicas imorais quando nos aproximamos; não param de falar palavrões quando estamos por perto; não deixam de nos ironizar nos convidando para as suas baladas; e não perdem uma oportunidade de nos aconselhar a fazer o mal quando percebem que estamos com algum problema. Estamos com medo do quê? Faça um desafio a você mesmo: seja educado, mas se for necessário, incomode o espírito maligno que está dentro deles; faça questão de se expressar como cristão; convide-os para visitar uma igreja mesmo sabendo que vai ouvir um “não”, uma crítica ou uma piada; e não tente amenizar a situação de quem insiste em viver no pecado mesmo sabendo que está errado e diga convictamente: “só existem dois caminhos: o céu ou o inferno!” e, na próxima vez que lhe pedirem ajuda, ofereça Jesus em vez de recomendar um psicólogo!

Jonas M. Olímpio

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