A Visão do Cristo Glorificado

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD | 2º Trimestre de 2012 – Lição 2 | AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Pq. Rodrigo Barreto I | Jonas M. Olímpio

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A visão que João teve do 
Cristo glorificado é a 
prova maior de que Ele 
venceu a morte e 
aumenta a nossa certeza 
de que, se formos fiéis, 
um dia também 
ressuscitaremos com Ele

Texto Áureo

    E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; 18E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. (Ap 1:17,18).
Verdade Prática
    Embora humilhado e ferido de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou e, gloriosamente, voltará como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Leitura Bíblica em Classe
    Apocalipse 1:9-18 – Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo. 10Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, 11Que dizia: Eu sou o Alfa e o Omega, o primeiro e o derradeiro; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, e
a Esmirna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodicéia. 12E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro; 13E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem[1], vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido[2]pelos peitos com um cinto de ouro. 14E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; 15E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. 16E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. 17E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; 18E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. 
Os pecadores vivem
presos em laços malignos
pensando ingenuamente
que estão desfrutando do
melhor desse mundo,
ignorando o sacrifício de
Jesus na cruz

Introdução

  • O livro de Apocalipse é uma das comprovações da ressurreição de Jesus Cristo, pois ali é Ele quem fala com João pessoalmente.
  • Cristo encarnou, se fez homem, foi ferido, enfrentou rejeição e sofreu a crucificação, mas ressuscitou e aparece no Apocalipse exaltado na glória, entronizado à direita do Pai como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
  • Ele não só está exaltado em sua glória, como também já está muito próximo de vir buscar sua Igreja e fará isso triunfantemente vencendo todas as forças malignas. Você está preparado para participar desse momento tão glorioso e, a partir daí desfrutar da vida eterna?
  • Para entender o que realmente significa a glorificação de Cristo, é necessário saber o por quê de sua encarnação.
  • A vinda de Jesus Cristo à terra como homem tem apenas um puro e simples objetivo: a salvação dos pecadores [1ª Tm 1:15 – Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.].
Em sua encarnação, mesmo sendo
Deus, Cristo tinha as mesmas
fragilidades físicas e passou pelos
mesmos problemas de qualquer
pessoa normal; isso serviu para
nos provar que as limitações
humanas não são desculpas para
ninguém dizer que não consegue
ser fiel a Deus

I – O Cristo encarnado

1. A encarnação
  •  A encarnação[3]não confundir com reencarnação[4]– de Jesus é a razão de tudo, porque foi a partir dela que Deus colocou em prática seu plano de salvação da humanidade, dando início à graça em que hoje vivemos.
  •  A encarnação, claramente falando, foi o ato do nascimento de Jesus como ser humano, através de uma virgem chamada Maria[5].
  •  Jesus, sendo a segunda pessoa da Santíssima Trindade[6], foi encarnado através de uma obra do Espírito Santo. De acordo com o que está escrito em João 1:14, o Verbo[7] se fez carne e habitou entre nós, e nós vimos a sua glória, como a glória do unigênito[8] do Pai, cheio de graça e de verdade.
  •  Essa é a razão pela qual podemos afirmar que Ele foi verdadeiro homem e verdadeiro Deus.
  •  Em sua encarnação, Ele se esvaziou de sua glória, mas não de sua divindade.
  •  NEle existe uma perfeita harmonia entre as naturezas divina e humana.
  •  Fisicamente, Ele era igual a qualquer um de nós, mas moral e espiritualmente Ele foi muito superior: simplesmente perfeito.
  •  Não acreditar que Cristo existiu como homem é duvidar da Palavra de Deus, e quem comete tal erro não tem o Espírito Santo.
  •  A encarnação e a divindade de Cristo são biblicamente incontestáveis [Jo 1:1-5 –No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2Ele estava no princípio com Deus. 3Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens; 5e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.].
Executar o plano de salvação
pregando a Palavra, curando os
enfermos, dando aos seus
seguidores autoridade contra as
forças malignas e, por fim,
sacrificar-se na cruz pelos
pecadores, é um breve resumo
do objetivo da encarnação de
Cristo

2. O objetivo da encarnação

  • O Filho de Deus veio à terra com três objetivos
a)      A consumação[9] do plano de salvação, o qual foi projetado antes da existência do homem e teve seu início na plenitude do tempo, ou seja: Ele veio no momento em que se cumpriu o tempo da lei, para manifestar a graça, dando assim, à toda a humanidade, uma oportunidade para alcançar a salvação;
b)      Manifestar aquele que já havia sido prometido para exercer o tríplice ministério do Antigo Testamento (profeta, sacerdote e rei), no Novo Testamento;
c)       Mostrar na cruz a verdadeira prova de amor de Deus para com todos nós.
  • Ele se fez Filho do Homem para que pudéssemos ser filhos de Deus.
  • Jesus foi humilhado para nos trazer exaltação: a graça e uma vida abundante; morreu para nos dar vida: o resgate do pecado e a salvação.
  • Explicando os objetivos da encarnação de Cristo, João Batista também falou sobre sua eternidade, a sua missão da passagem da lei para a graça e o seu importante papel de revelar a pessoa de Deus à humanidade através dEle próprio [Jo 1:15-18 –João testificou dele e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: o que vem depois de mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. 16E todos nós recebemos também da sua plenitude, com graça sobre graça. 17Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. 18Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer.].
A glorificação de Cristo veio após
seu intenso sofrimento e grande
humilhação na cruz. E, numa certa
ocasião, Ele disse que quem quiser
segui-lo deve tomar sua cruz; mas
o que vemos hoje são crentes que
determinam decididamente não
aceitar nenhum tipo de sofrimento.
Que tipo de Evangelho nós
estamos seguindo?

II – O Cristo humilhado e ferido de Deus

  • Conforme está escrito em 1ª Coríntios 1:23, os judeus e os gregos não entenderam o sacrifício de Cristo, assim como para muitos no próprio meio religioso atual isso é uma pedra de tropeço: muitos professam fanaticamente crer em Deus mas não aceitam o fato de seu Filho ser o Messias[10]; e, para os incrédulos uma loucura: acham que alguém ter morrido para salvar a humanidade é algo descabido que não faz sentido nenhum.
  • Os judeus tentavam entender, mas os seus mestres das Escrituras interpretavam e ensinavam equivocadamente, enquanto os gregos buscavam a compreensão com sua intelectualidade natural por meio da razão. Desta maneira, esses dois povos, que hoje representam dois tipos de pessoas que não aceitam a Jesus, continuaram vivendo na incredulidade e sem participar do plano da salvação.
  • Mas, com seu imenso amor e misericórdia, o nosso Senhor ainda deu aos judeus e aos gregos uma oportunidade através da pregação de seus servos, conforme está escrito em 1ª Coríntios 1:24, ensinando-lhes o que é poder de Deus e sabedoria de Deus.
  • Compreender a razão de um homem ter que morrer para que os outros tenham salvação é algo humanamente inexplicável, mas, espiritualmente, e sem complicações, podemos resumir isso em uma só palavra: amor; Ele deu sua vida por nós como uma forma de dizer: “Eu amo vocês e estou morrendo em vosso lugar porque não os quero ver sofrer eternamente castigados pelos seus pecados!”.
  • Só para lembrar: a morte de Cristo não garante a salvação a todos, ela apenas lhes deu a oportunidade, através da fé e da obediência, de alcançarem a salvação, ou seja: depende de cada um, aproveitar a chance ou não.
  • Esse amor, diferentemente de qualquer outro tipo de demonstração afetiva, não pode ser explicado e somente é compreendido por quem o aceita e o sente por ter intimidade com aquEle que o ama. Quem mais daria o seu filho para salvar alguém [Jo 3:16,17 – Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 17Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.]?
Os grandes homens desse mundo
têm suas memórias gravadas em
belas lápides nos mais luxuosos
cemitérios; mas o túmulo do
nosso Salvador está aberto e
vazio, e sua memória está em
nosso coração, porque Ele está
vivo e glorificado à direita do Pai!

III – O Cristo glorificado

1. Ressurreição
  • Se, após ter sido crucificado, Cristo não tivesse ressuscitado, a nossa fé não seria a mesma, pois como acreditaríamos que ressuscitaremos em glória se aquEle que nos prometeu a vida eterna, também não tivesse ressuscitado?
  • O livro do Apocalipse mostra o Senhor Jesus ressuscitado e reinando no céu, esse é um dos fatores que contribui para aumentar a nossa fé; pois imagine se após a crucificação, a Bíblia não nos desse mais nenhuma notícia a respeito dEle.
  • Para nós que cremos na Palavra de Deus, os relatos de João comprovam que a ressurreição física do Messias não é apenas mais uma estória da mitologia.
  • Jesus Cristo está vivo e tem as chaves da morte e do inferno! É importante ressaltar que a Bíblia não relata nenhuma festa no inferno após sua crucificação, a qual teria sido seguida de uma luta travada entre Jesus e Satanás, aonde Ele lhe teria tomado as chaves do inferno e da morte, como algumas pessoas andam ensinando por aí. Analise tudo à luz das Escrituras Sagradas, para não ser enganado por pessoas que, maldosamente ou não, não pregam a pura e simples mensagem do Evangelho assim como o Senhor Jesus nos ensinou.
  • Nesse livro, o próprio Jesus testifica sobre a sua morte e a sua ressurreição [Ap 1:18 – E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.].
Cristo subiu gloriosamente ao céu
nos deixando a maior de todas as
suas promessas: voltar para nos
buscar; é essa a razão da nossa
esperança, e o grande motivo pelo
qual não desfalecemos diante das
aflições é a consolação de nos
lembrarmos que se continuarmos
firmes, um dia, muito em breve,
estaremos com Ele!

2. Ascensão[11]aos céus

  • Após sua ressurreição, durante um período de quarenta dias, apareceu à mais de quinhentas pessoas falando à respeito do Reino de Deus; Ele já poderia ter dado a sua missão por concluída, mas continuou propagando a Palavra;
  • Em Atos 1:2-11, está relatada sua última aparição, e a sua subida aos céus sendo levado às alturas e ocultado por uma nuvem; enquanto aqueles que ali estavam, observavam atentamente, dois anjos se aproximaram e lhes disseram que Ele havia sido recebido no céu e que da mesma forma como foi, também há de voltar.
  • Jesus agora está no céu, à direita de Deus; quem também teve essa visão foi o apóstolo Estevão[12] no momento em que estava sendo apedrejado por ter falado coisas tão terríveis que o povo até tapava os ouvidos para não ouvir: a Palavra como ela é!
  • Não precisamos de imagens tristes e assustadoras para nos lembrarmos de seu sacrifício, pois, apesar de as marcas de tortura produzidas na cruz do Calvário[13] terem subido com Cristo aos céus, elas estão ainda claras na mente daqueles que têm o Espírito Santo, e eles jamais esquecem o que o Salvador fez por eles.
  • Em uma das ocasiões em que falou sobre sua ascensão, Jesus disse que também poderíamos fazer grandes coisas através do poder espiritual que Ele nos deu. Essa não foi uma simples palavra de prosperidade terrena; mas sim uma promessa de que além de não termos ficado órfãos, somos filhos poderosos do Dono do poder, e devemos usar essa autoridade espiritual em benefício tanto da nossa própria edificação quanto da expansão do Reino de Deus na terra para que nós, assim como muitos outros, possamos também ascender ao céu juntamente com Ele [Jo 14:12 – Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.].
Sua segunda vinda será marcada
por grandes catástrofes porque
aonde estiverem os salvos, dali
mesmo eles serão repentinamente
arrebatados

3. A segunda vinda

  • A sua ascensão ao céu foi gloriosa, não foi? Agora, imagine então a sua volta para buscar aqueles que o estiverem esperando!
  • Em 1ª Coríntios 15:50-58, Paulo diz que os mortos ressuscitarão e os vivos serão transformados, e nos alerta a sermos crentes firmes e constantes, e também trabalhadores abundantes na obra do Senhor porque o nosso trabalho não é em vão; e em 1ª Tessalonicenses 4:13-17, diz também que não devemos ser ignorantes a respeito da morte porque como Cristo morreu e ressuscitou, assim também acontecerá conosco. E diz ainda que Ele descerá com alarido, voz de arcanjo[14] e a trombeta de Deus, arrebatando os salvos com eles nas nuvens, para estarmos eternamente juntos com Ele.
  • E João também nos descreve em Apocalipse 1:12-19 como foi tremenda a sua experiência de contemplar o Senhor em sua glória. Você quer ter essa experiência também? Fique firme porque em breve, muito em breve, ela será uma realidade eterna para aqueles que permanecerem fiéis até o fim sob quaisquer circunstâncias.
  • Não se preocupe com aqueles que zombam, duvidando dos fiéis que pregam a Palavra da salvação, pois não somente os salvos, mas também os ímpios testemunharão a volta de Jesus; a sua glorificação será diante de todos [Ap 1:7 – Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim! Amém!].
O que você procura em Jesus?

Conclusão

  • Tudo o que os profetas falaram no Antigo Testamento a respeito do Messias se cumpriu desde o seu nascimento até a sua crucificação; depois disso foi Ele próprio quem prometeu que voltaria para buscar o seu povo. A Palavra de Deus é fiel, você está preparado para vê-la se cumprir?
  • Há pessoas que dizem que não têm certeza da salvação; elas precisam de um conserto urgente, pois quem tem realmente o Espírito Santo dentro de si consegue viver a alegria da certeza, e não somente da esperança, de ir morar no céu.
  • Saber que é salvo é, mesmo tendo falhas, ter a consciência tranqüila pela certeza de que está tentando fazer o melhor possível para agradar a Deus.
  • Na visão de João, na ilha de Patmos[15], o próprio Senhor Jesus fala de sua glorificação e afirma sua divindade dizendo que é Eterno e Todo-Poderoso [Ap 1:8 – Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.].

O Monte Calvário, mais conhecido
como Monte Caveira pelo seu
formato de crânio, pode não
parecer um lugar digno, mas foi o
lugar onde ocorreu o fato mais
importante de toda a história da
humanidade: a crucificação de
Cristo. Podemos esperar tudo de
Deus, menos que Ele venha a agir
sempre dentro da lógica humana

[1]Filho do Homem: Título que Jesus usava para si mesmo como o escolhido de Deus para ser o Salvador (Mc 10:45). Esse título se refere à condição humilde de Jesus (Mc 8:31; Lc 9:58) e também à sua futura glória (Mt 25:31; Mc 8:38).

[2]Cingido: Cercado, circunvalado, contornado, encurralado, ladeado, rodeado e sitiado.
[3]Encarnação: Ato de tomar forma carnal. Mistério da religião cristã segundo o qual o Verbo Divino assumiu a natureza humana na pessoa de Jesus Cristo.
[4]Reencarnação: Ato ou efeito de reencarnar. Segundo muitas seitas orientais e segundo o espiritismo, fenômeno em que a alma humana, desligada do corpo pela morte, vai, após tempo mais ou menos longo, alojar-se em outro corpo humano. Voltar a viver.
[5]Maria: Mãe de Jesus e esposa de José (Mt 1:18-25), da linhagem de Davi (Lc 1:27; Rm 1:3). Ela é “bendita entre as mulheres” (Lc 1:28,42,48). Após o anúncio do anjo (Lc 1:26-38), Maria engravidou pelo poder do Espírito Santo (Mt 1:18) e deu à luz a Jesus, em Belém (Lc 2:4-7). Ela guardou em seu coração os fatos extraordinários relacionados com o nascimento de Jesus (Lc 2:15,19,51). Ela esteve com Jesus no casamento em Caná (Jo 2.:1-12). Quando Jesus foi crucificado, ela estava presente, e então ele a confiou aos cuidados de João (Jo 19:25-27). Finalmente, ela é mencionada com os primeiros cristãos (At 1:14).
[6]Trindade: A união das três pessoas-Pai, Filho e Espírito Santo -formando um só Deus. Deus é ao mesmo tempo uno e trino (Mt 3:13-17; 28:19; 2ª Co 13:13).
[7]Verbo: Palavra (Jo 1:1-14). Jesus é o Logos (1ª Jo 1:1; Ap 19:13), isto é, a Palavra, que é mais do que expressão falada: é Deus em ação, criando (Gn 1:3), se revelando (Jo 10:30) e salvando (Sl 107:19-20; 1ª Jo 1:1-2).
[8]Unigênito: Único gerado. Filho único.
[9]Consumação: Ato de realizar, acabar, terminar.
[10]Messias: Ungido (nome dado ao Salvador, o Senhor Jesus Cristo).
[11]Ascensão: Ato de se elevar; subir.
[12]Estevão: Foi um dos sete primeiros diáconos da igreja nascente, logo após a morte e Ressurreição de Jesus, pregando os ensinamentos de Cristo e convertendo tanto judeus como gentios. Foi detido pelas autoridades judaicas, levado diante do Sinédrio (a suprema assembléia de Jerusalém), onde foi condenado por blasfêmia, sendo sentenciado a ser apedrejado. Entre os presentes na execução, estaria Paulo de Tarso, o futuro apóstolo Paulo, ainda durante os seus dias de perseguidor de cristãos.
[13]Calvário: Significa Caveira devido à sua semelhança à um crânio. Monte, situado fora da cidade de Jerusalém, também chamado de Gólgota, onde Jesus foi crucificado (Jo 19:17).
[14]Arcanjo: Nome dado ao anjo que ocupa a segunda classe em sua hierarquia celestial religiosa. Arcanjos existem em diversas tradições religiosas, como o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. A Bíblia cita apenas o nome de um arcanjo: Miguel.
[15]Ilha de Patmos: Pequena ilha da Grécia a 55 km da costa  da Turquia, no mar Egeu. É uma das ilhas do Dodecaneso, e possui uma área total de 34,6 km² e uma população de 2700 habitantes (2002). Local para onde o apóstolo João foi exilado, conforme consta na introdução do livro bíblico de Apocalipse. Patmos foi usada como um lugar de banimento durante os tempos do império romano.

Estudo Bíblico Baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD 
2º Trimestre de 2012 – Lição 2

Aula ministrada por mim na AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Pq. Rodrigo Barreto I

Jonas Martins Olímpio

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