O Fruto da Obediência na Vida de Israel

Estudo Bíblico baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD 
1º Trimestre de 2012 – Lição 3
Aula ministrada por mim na AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Pq. Rodrigo Barreto I
Jonas Martins Olímpio

Uma das principais lições que
precisa ser aprendida por quem
quer alcançar prosperidade é a
obediência
Texto Áureo
    E será que , havendo-te o Senhor, teu Deus, introduzido na terra, a que vais para possuí-la, então, pronunciarás a bênção[1]sobre o monte Gerizim[2] e a maldição[3]sobre o monte Ebal[4] (Dt 11:29).
Verdade Prática
    A verdadeira prosperidade é o resultado de um correto relacionamento com Deus e da obediência à sua Palavra.
Leitura Bíblica em Classe
    Deuteronômio 11:26-32 – Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a
maldição; 27A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, que hoje vos mando; 28Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes. 29E será que, quando o Senhor teu Deus te introduzir na terra, a que vais para possuí-la, então pronunciarás a bênção sobre o monte Gerizim, e a maldição sobre o monte Ebal. 30Porventura não estão eles além do Jordão, junto ao caminho do pôr do sol, na terra dos cananeus, que habitam na campina defronte de Gilgal, junto aos carvalhais de Moré? 31Porque passareis o Jordão para entrardes a possuir a terra, que vos dá o Senhor vosso Deus; e a possuireis, e nela habitareis. 32Tende, pois, cuidado em cumprir todos os estatutos e os juízos, que eu hoje vos proponho.
O Antigo Testamento está
repleto de grandes promessas
que Deus fez a Israel, porém
essas promessas são
condicionais
Introdução
  •            O Antigo Testamento está repleto de grandes promessas para o povo de Israel;
  •            Mas, além das promessas existem também muitas advertências quanto às conseqüências à desobediência;
  •          Todas essas advertências contidas no Antigo Testamento, como por exemplo em Deuteronômio 27 e 28, foram dirigidas não somente para eles no passado, mas também para nós hoje, porque Deus é o mesmo e os seus princípios doutrinários são universais, embora sua grande misericórdia se faça cada vez mais presente nos dias atuais devido à tão maravilhosa graça que nos foi dispensada por Jesus Cristo através de seu grande sacrifício na cruz;
  •            Enquanto entregava a Lei de Deus ao povo, Moisés enfatizava[5] severamente a importância da obediência para que todas as promessas se cumprissem, caso contrário também sofreriam as maldições determinadas por Jeová aos desobedientes;
  •            Jamais devemos nos esquecer que em hipótese alguma temos o direito de seguir a Jesus Cristo apenas para sermos abençoados ou por medo dos castigos, mas sim por um amor sincero e verdadeiro que venha do profundo de nossa alma, o qual sabemos que temos quando sentimos um imenso desejo e prazer de adorá-lo;
  •            O Senhor Jesus Cristo foi quem nos deu o maior exemplo da importância da obediência [Jo 13:15-17 – Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. 16Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. 17Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.].

Sempre pedimos muito
para Deus falar conosco,
mas será que quando Ele
fala, realmente nós
paramos para ouvi-lo?
I – Obediência, um firme fundamento
1. Deus fala e quer ser ouvido
  •            Moisés mostra ao povo o quanto é necessário ouvir a voz de Deus para se alcançar uma vida próspera;
  •            Todas as promessas devem ser fundamentadas na Palavra do Senhor porque as bênçãos que Ele tem para nós não vão além de sua vontade segundo os seus propósitos;
  •            Devemos perguntar a Ele se os desejos de nosso coração estão de acordo com a sua vontade, e caso não estejam devemos pedir-lhe que nos ajude a vencer essa tentação mudando nossa maneira de pensar;
  •            Todas as bênção proferidas por Moisés dependiam da obediência dos israelitas para serem concretizadas;
  •            Ouvir, entender e obedecer a voz divina é um fator fundamental para suas promessas se cumprirem em nossa vida;
  •            Muitos agem como se tivessem de ser abençoados automaticamente através de seus votos, campanhas e sacrifícios, sem a necessidade de uma verdadeira mudança em seu interior;
  •            A prosperidade para os servos de Deus é uma realidade inquestionável, porém é condicional;
  •            Vários líderes espirituais tem feito muitas promessas tentadoras e estão conduzindo grandes multidões com seus ensinamentos interesseiros, mas Deus não tem nenhum compromisso com quem não tem compromisso com Ele;
  •            Só consegue ouvir e entender a voz de Deus, quem realmente é de Deus [Jo 8:43,47 – Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra. 47Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.]

O que realmente você quer de
Deus?
2. A obediência e suas reais motivações
  •            O amor e a gratidão devem ser os verdadeiros motivadores à obediência e não o interesse material ou a vaidade da ganância;
  •           Os crentes precisam aprender a encarar as bênçãos materiais, físicas e sentimentais como situações decorrentes do relacionamento com Deus;
  •            Na história bíblica de Israel vemos que não havia uma troca pelas bênçãos através de seus sacrifícios, mas sim que os atos de sacrifício representavam adoração, gratidão ou pedido de perdão, bem diferente do que está sendo pregado pelos triunfalistas atualmente;
  •            Agora, seja sincero consigo mesmo: qual é a razão que realmente te faz servir a Deus?
  •            O pecado é a grande barreira que pode nos impedir de alcançarmos as promessas do Senhor em nossa vida;
  •            A obediência é tão importante para se ter uma vida prosperamente abençoada que, por várias vezes, na Bíblia, vemos Deus alertando o povo de Israel da seguinte maneira: “Se ouvires a minha voz e guardares os meus estatutos…”;
  •            Não adianta pensar que está obedecendo a Deus apenas por praticar aquilo que eles dizem ser o certo apenas na intenção de alcançar bênçãos, é preciso adorar e servir com sinceridade [Is 29:13 – Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor[6]para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído;].

A desobediência é uma armadilha
fatal que prende o homem nos
laços do maligno
II – Desobediência, a causa da maldição
1. A quebra da aliança
  •            A maldição não é uma vontade de Deus, mas sim uma conseqüência causada pelas atitudes do próprio homem;
  •            Não devemos confundir maldição com permissão divina ou provação, pois embora seja difícil ver a diferença entre uma coisa e outra, nem sempre sofrimentos na vida de alguém podem ser classificados como castigos causados pelo pecado;
  •            A lei da retribuição, que é aquela que liga a bênção à obediência e a maldição a desobediência, é bem clara no Antigo Testamento, porém isso não significa que os justos nunca passem por aflições e que os injustos não venham a ter algumas alegrias. Porém, ambas as situações são passageiras, pois a retribuição maior por seus atos está na vida e na condenação eterna;
  •            O maior erro dos servos do Senhor é quebrar as promessas que fazem a Ele e esperar que Ele cumpra as suas promessas;
  •            Prometer algo diante de Deus e não cumprir consiste em pecado. Por isso é preciso pensar muito antes de se comprometer a fazer qualquer coisa, e isso também inclui a vida secular[7][Ec 5:4-6 – Quando a Deus fizeres algum voto[8], não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. 5Melhor é que não votes do que votares e não cumprires. 6Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem digas diante do anjo que foi erro; por que razão se iraria Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos?].

Será que não existe mesmo
idolatria em nosso meio?
2. A maldição da idolatria
  •            Um dos maiores motivos de sobrevirem maldições sobre o povo de Israel era o abominável[9] pecado de  idolatria que eles cometiam cada vez que se misturavam com povos estranhos que serviam a falsos deuses;
  •            Idolatria não está ligada somente à adoração espiritual, mas a tudo aquilo que possa ocupar um lugar acima de Deus em sua vida;
  •            Nos dias atuais, são várias as idolatrias que têm quebrado a comunhão espiritual de muitos crentes: o dinheiro, a vaidade, a super-valorização da auto-estima, o amor exagerado pela família, o apego a alguns objetos materiais que vai além da necessidade, a admiração doentia por pessoas famosas e o fanatismo[10] dentro da própria igreja;
  •            Muitos “adoram” a Deus visando satisfazer suas idolatrias porque sabem que somente Ele tem poder para dar-lhes o que eles querem, mas ao Todo-Poderoso Jeová ninguém engana e Ele conhece as intenções de cada coração;
  •            Quem é o Senhor para você? O Salvador ou um mero realizador de desejos [Sl 91:2 – Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.]?

Em quem, ou em quê, você confia
como apoio e proteção nas horas
de dificuldade
III – A obediência e suas lições
1. A bênção como instrumento de proteção
  •            Deus prometeu proteger Israel contra seus inimigos, mas nunca prometeu que eles não seriam atacados.
  •            Ser abençoado não significa não ter problemas;
  •            Pertencemos ao Senhor, e Ele tem o direito de fazer conosco o que Ele quiser;
  •            Você sabe o que Ele mais espera de nós? Santificação, ou seja: separação de tudo aquilo que é imundo;
  •            Aquele que busca verdadeiramente a prosperidade se coloca com humildade em seu devido lugar e consagra sua vida colocando-se totalmente a disposição de seu Pai Celestial;
  •            Não temer o mal ou a morte não significa que o crente tenha que acreditar que nunca passará por essas dificuldades, mas sim que ele tem certeza da salvação e que tudo o que venha a lhe acontecer está dentro dos propósitos de Deus que somente quer o melhor para ele [Sl 23:4 – Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.].

Ser porta-voz de Deus
nesse mundo tão cheio
de mundícies é uma
missão que exige
extrema coragem e
desprendimento até da
própria vida, pois é
necessário enfrentar e
resistir a tudo e a todos
mesmo sabendo que
poderá pagar um alto
preço por defender a
verdade
2. Período tribal e monárquico
  •            Antes da monarquia, os israelitas viviam liberalmente fazendo tudo aquilo que dava vontade e da maneira que achavam certo, então Deus levantou os juízes[11] para lhes mostrar que somente vivendo em uma sociedade organizada aonde houvesse um padrão específico de comportamento, haveria menos problemas e até espiritualmente eles seriam melhor orientados;
  •            Já no período da monarquia, por várias vezes o Senhor teve que usar seus profetas para repreender duramente o povo;
  •            Os profetas precisavam ter coragem para falar tanto com o povo quanto com os reis e as demais autoridades, sem temer as conseqüências que poderiam vir sobre eles;
  •            Fazer a obra vai muito além de pregar, louvar, evangelizar ou exercer alguma função dentro da igreja, fazer a obra consiste em ter coragem para dizer a verdade mesmo quando ela não vai satisfazer a todos aqueles que te ouvem;
  •            Os verdadeiros servos de Deus jamais aceitaram qualquer suposta bênção que tivesse sido alcançada às custas do sofrimento alheio;
  •            Hoje são muitos os que não se importam com as dificuldades de seus irmãos, e se utilizam de todos os artifícios para arrancarem deles o que puderem em nome daquilo que eles chamam de sustento de seu ministério;
  •            Quando Deus realmente chama Ele supre, e não é necessário o obreiro escandalizar o Evangelho diante do ímpio;
  •            A elite dominante, em nome de sua falsa justiça social, faz com que aumente a pobreza e a miséria pelo mundo, mas a verdadeira justiça, que é aquela que vem do Senhor, não causa dores e mesmo que nem sempre traga luxo e conforto, traz alegria e paz de espírito;
  •            Eliseu recusou os presentes de Naamã como pagamento pela sua cura, quantos “homens de Deus” têm a dignidade de fazer isso hoje [2º Rs 5:15,16 – Então voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva, e chegando, pôs-se diante dele, e disse: Eis que agora sei que em toda a terra não há Deus senão em Israel; agora, pois, peço-te que aceites uma bênção do teu servo. 16Porém ele disse: Vive o Senhor, em cuja presença estou, que não a aceitarei. E instou[12]com ele para que a aceitasse, mas ele recusou.]?

Quebrar maldição não é se apegar
a trabalhos, símbolos e fatos
que Deus permitiu ao povo de
Israel para abençoa-lo, mas
sim crer e obedecer ao Senhor
Jesus Cristo que já fez o grande
sacrifício de libertação na cruz, e
que somente requer de nós,
obediência, gratidão e adoração
3. As falsas idéias sobre maldição
  •            Você já ouviu falar em “maldição hereditária[13]”? Esse é um ensino que liga a pobreza, as doenças e os demais problemas à alguma maldição de seus antepassados que ainda não tenha sido quebrada;
  •            Crendo nessa tese anti-bíblica, muitas pessoas chegam à beira da loucura em busca desses “libertadores” que estão por aí fazendo orações, campanhas, votos, sacrifícios e inventando vários trabalhos com nomes estranhos sempre em troca de dinheiro e nunca gratuitamente por amor ao próximo;
  •            Existem trabalhos para todos os gostos e necessidades: “unção do umbigo”, “mergulho de Naamã”, “voto do Salmo 23” (custa R$ 23,00), “oferta voluntária de R$ 900,00”, “campanha do desencapetamento total”, “distribuição do óleo do impossível”, “rosa, sabonete ou toalhinha ungida”, “terra de Israel”, “água do Tanque de Betesda”, “contribuição para os pregadores do telhado”, “mesa branca para consulta espiritual”, “fechamento de corpo”, “túnel do amor”, “celular ungido”, “trízimo”, “corrente da libertação”, “cajado de Moisés”, “copo d’água em cima do rádio ou da TV”, “banho com sal grosso”, “sexta-feira da oração forte”, “proteção divina contra a dengue”, “semente do aluguel”, etc. E só pra lembrar: não é possível participar da maioria desses “trabalhos espirituais” se não tiver dinheiro;
  •            Que poder tem essas coisas contra qualquer tipo de maldição? Será que a fé em Jesus Cristo, que já fez o grande sacrifício por nós, não é mais o suficiente?
  •            A maldição dos pais não influi na vida dos filhos, mas é a obediência decorrente do caráter de cada um que determina a bênção ou a maldição, espiritualmente falando;
  •            Os filhos podem, até certo ponto, sofrer por culpa dos pais, mas isso é no que se refere à educação, aos problemas financeiros ou até mesmo de saúde por doenças hereditárias ou por falta de cuidados da mãe durante a gravidez. Porém isso não é o suficiente para provar que as maldições espirituais sejam transferidas geneticamente, pois estamos vivendo sob a graça concedida por Jesus Cristo e não mais sob o jugo da Lei [Jo 9:1-3 – E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença. 2E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? 3Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.].

Como vai o seu compromisso
com Deus?
Conclusão
·       Deus quer realmente nos prosperar e nos fez muitas promessas;
·       As aflições fazem parte de nossa vida, ninguém pode ser julgado como pecador por causa disso;
·       E também não podemos, logicamente, negar que o pecado traz conseqüências desastrosas para a nossa vida, além das aflições que já temos;
·       Essa questão deve ser tratada com muito cuidado para não tratarmos nossos irmãos preconceituosamente levando em consideração a vida que ele leva para definir se ele é santo ou pecador;
·       A obediência leva ao arrependimento, e o arrependimento leva à fé necessária para ter suas orações ouvidas por Deus [Tg 5:14-16 – Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros[14] da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; 15E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. 16Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.].

Sansão foi um dos mais conhecidos
juízes do povo de Israel. Sua
história de desobediência e as
terríveis conseqüências que
ele sofreu, nos servem de
exemplo de como é importante
servir ao Senhor com
seriedade
[1]Benção: Algo concedido por Deus. abençoar é desejar e proferir o bem a alguém em nome de Deus ou de Jesus.
[2]Monte Gerizim: Monte de Samaria que fica defronte do monte Ebal. No monte Gerizim se recitavam as bênçãos da Lei (Dt 28:1-14), e ali os samaritanos construíram o seu templo (Jo 4:20-21).
[3]Maldição: Chamamento de mal, sofrimento ou desgraça sobre alguém (Gn 27:12; Rm 3:14). Os que quebram a Lei estão debaixo da maldição; Cristo nos salvou dessa maldição, fazendo-se maldição por nós (Gl 3:10-13).
[4]Monte Ebal: Monte situado em Samaria, em frente ao monte Gerizim. No monte Ebal eram pronunciadas as maldições (Dt 27:4-26).
[5]Enfatizar: Dar ênfase, dar destaque. Falar com mais clareza.
[6]Temor: Medo. Respeito.
[7]Secular: Aquilo que não é espiritual.
[8]Voto: Promessa feita a Deus (Ec 5:4; At 18:18). Pedido a Deus (3º Jo 1:2).
[9]Abominável: Impuro, nojento, repulsivo, reprovável, maldito.
[10]Fanatismo: Excessivo zelo religioso. Facciosismo, partidarismo. Dedicação excessiva a alguém, ou a alguma coisa; paixão. Adesão cega a uma doutrina ou sistema.
[11]Juízes: Líderes militares, libertadores e governadores das tribos do povo de Israel. Desde a morte de Josué até a escolha de Saul como rei, o povo de Israel foi governado por estes juízes: Otniel, Eúde, Sangar, Débora, Baraque, Gideão, Abimeleque, Tola, Jair, Jefté, Ibsã, Elom, Abdom, Sansão, Eli e Samuel.
[12]Instar: Insistir, pedir, rogar, implorar.
[13]Hereditário: Aquilo que se ganha por herança.
[14]Presbítero: Os presbíteros se dedicavam à direção das igrejas, ao ensino da doutrina cristã e à pregação do evangelho. A palavra grega presbyteros quer dizer “Ancião”, mas era usada para os líderes cristãos sem referência à sua idade. Nos tempos do Novo Testamento, os presbíteros também eram chamados de Bispos (At 20:17,28; 1º Tm 3:1-7; Tt 1:5-9).

Estudo Bíblico baseado na Escola Bíblica Dominical da CPAD 
1º Trimestre de 2012 – Lição 3
Aula ministrada por mim na AD Belém – Setor 20 (Arujá/SP) – Pq. Rodrigo Barreto I

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