Ele nos livra das armadilhas do inimigo

Se temos total acesso à 
liberdade, por que muitos 
ainda vivem escravizados 
por Satanás?

    Mt 6:13 – E não nos induzas[1] à tentação[2], mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém[3]Aqui o verbo induzir parece ter sido aplicado de forma imprópria por estar se referindo a Deus (Tg 1:13,14), mas na versão ARA[4]essa expressão é traduzida como: “Não nos deixes cair em tentação”, e na NTLH “Não deixes que sejamos tentados”, mostrando claramente que Deus apenas permite que os males venham a acontecer em nossa vida (Lc 22:31[5]). Orar pedindo proteção é um dos direitos que a Bíblia nos garante (Sl 3:4; 7:1; 18:6; 51:14; 59:1,2). Porém, não cair em tentação e ser livrado do mal não significa que não passaremos por problemas. Isso significa simplesmente que se confiarmos em Deus, nossos problemas não nos levarão a uma queda porque Ele está nos livrando das conseqüências dos ataques malignos. Espiritualmente falando, cair é se entregar ao pecado saindo da presença do Senhor; e ser livrado do mal é ter proteção divina para que as tentações não nos levem a essa queda. Mas, muitos interpretam essas afirmações erroneamente dizendo que Deus não deixa seus servos serem tentados sempre livrando-os do mal, e assim acabam concluindo que crente não pode passar por tribulações porque isso é coisa para quem não tem fé. Se fosse assim, como se poderia
então explicar as provações de Jó que não estava em pecado (Jó 1:1,8[6]), o fato de Eliseu ter morrido doente sendo que ele era muito usado em milagres (2ª Rs 13:14a), as prisões de Jeremias que somente falava o que Deus mandava (Jr 37:16; 38:6), os sofrimentos de Paulo por pregar o Evangelho (2ª Tm 2:9) e as terríveis perseguições que resultaram em mortes cruéis para muitos profetas e apóstolos que simplesmente obedeciam as ordens do Senhor (Hb 11:36-38)? Será que todos esses fiéis e valorosos homens de Deus não tinham fé (Hb 11:39; Hb 11:13)? Sobre isso, o próprio Senhor Jesus nos ensina que a forma como morremos é uma maneira de glorificar a Deus (Jo 21:19). Temos que entender que o livramento maior não é físico, financeiro ou sentimental, mas sim espiritual (Mt 16:26).

Somos frágeis seres mortais que
necessitam de ajuda e proteção,
o que seria de nós se Deus nos
abandonasse deixando-nos
a mercê de Satanás?

    Quando oramos pedindo para não sermos induzidos a tentação estamos pedindo ao Senhor que nos dê forças para resistirmos a fraqueza da nossa carne. Uma das principais coisas que precisamos admitir diante de Deus e até para nós mesmos é a nossa fragilidade. O ser humano, por mais espiritual que seja (Rm 7:14-18,22,25), ainda é dotado por sua natureza carnal e está sujeito a se entregar aos malignos desejos mundanos (Tg 5:17). Porém, não há desculpas para ceder às vontades de Satanás porque temos uma grande arma contra ele: a oração. Ela nos impede de cair em tentação desde que oremos constantemente e de forma vigilante (Mt 26:41; 1ª Co 10:12). Mas será que é possível resistir a tudo? Sim! É possível resistir a tudo! A Palavra nos ensina que Deus não permite que sejamos tentados além do que podemos suportar (1ª Co 10:13), e que tudo o que acontece na vida daquele que o ama contribui para o seu bem (Rm 8:28).

O jovem José foi muito honrado
por Deus por ter passado por
várias tentações e vencido todas
elas? E você? O que teria feito
em seu lugar?

    Quer um exemplo de resistência em situações extremas de tentação? Então vamos meditar um pouco na história do jovem José que depois de ter sido vendido como escravo (Gn 37:27) por seus irmãos movidos pela inveja por ele ser o filho preferido de seu pai (Gn 37:3,4), passou e venceu várias tentações, das quais vou destacar três: a tentação sexual, a tentação da ganância e a tentação da vingança.

Quantos homens seriam
homens de verdade para
reagirem como José às
investidas de uma mulher?

    Tentação sexual: José era apenas um jovem de dezessete anos quando foi comprado e levado para o Egito por Potifar, um capitão da guarda de Faraó (Gn 37:2). Potifar passou a ter total confiança em José porque tudo o que ele fazia prosperava (Gn 39:3,4). Ele era também um jovem muito formoso (Gn 39:6) e foi isso que chamou a atenção da esposa de Potifar que passou a perseguí-lo com tentadoras propostas de prazer (Gn 39:7). Imagine só a situação: um jovem de dezessete anos, no início da puberdade[7], derrepente se vê diante de uma situação em que a grande maioria dos rapazes nessa idade simplesmente não conseguiria resistir: uma mulher com um pouco mais de idade e muito mais experiência, e com todo o seu poder de sedução expondo-lhe a sua sensualidade. E, como um homem de verdade, sabe o que foi que ele fez? Fugiu! Isso mesmo! Ele fugiu para não cair nessa armadilha maligna (Gn 39:8-12)! Porém, essa resistência lhe custou caro porque ela simplesmente o acusou de tentativa de estupro (Gn 39:13-18), e ele acabou sendo jogado na prisão (Gn 39:20). Agora, algumas intrigantes perguntas ficam no ar: Será que valeu a pena? Deus não honrou o seu sacrifício de resistência à tentação? Se Jeová era com ele, por que ele foi parar na prisão? A todas essas perguntas as respostas são claras, simples e objetivas: Sim, valeu a pena; sim, Deus honrou a sua resistência; sim, Jeová era com ele sim! E resumindo a história, aparentemente o resultado de sua fidelidade ao Senhor e ao seu patrão foi negativo, mas foi na prisão que a graça divina se manifestou em sua vida quando ele interpretou os sonhos do copeiro e do padeiro real (Gn 40:7,8,21,22) e, através desse fato, dois anos depois, ele foi levado a presença do Faraó, de quem também interpretou sonhos (Gn 41:15,16), o qual observando sua sabedoria e capacidade dadas pelo Espírito de Deus, o colocou como governador do Egito (Gn 41:38-41).

Desviar o olhar é a melhor
forma de ocupar a mente com
outras coisas e resistir aos
desejos sexuais

    Viu como valeu à pena ter resistido? Há coisas que não entendemos quando acontecem, mas são resultados das mãos de Deus agindo em nossa vida. Tentações sexuais são, sem dúvida nenhuma, umas das maiores provas de fogo que Satanás pode colocar diante de uma pessoa. E todos nós estamos sujeitos a passar por essas provações. Imagine-se no lugar de José; o que você faria se passasse por uma situação semelhante a essa? Honraria o nome do Senhor Jesus que está em sua vida, ou não agüentaria e cederia aos desejos carnais? Talvez você possa pensar: “Não estou sendo seduzido por outra pessoa, então não passo por nenhuma tentação sexual!” Saiba que infelizmente isso é um grande engano, pois as tentações se manifestam de várias formas e, o adultério, segundo o próprio Jesus, não é o simples ato sexual em si, mas ele pode ser praticado até mesmo em pensamento (Mt 5:27,28). E sabe qual é um dos principais meios para o pecado chegar até o pensamento? É através dos olhos (1ª Jo 2:15,16[8]); por isso devemos ter muito cuidado com aquilo em que concentramos o nosso olhar (Sl 101:3). Obviamente, não podemos andar de olhos vendados e nem sempre conseguimos desviar nosso olhar de tudo o que aparece a nossa frente. Então, nesse caso, o que um crente guiado pelo Espírito Santo pode fazer é continuar com a mente e o coração ligados nas coisas do alto e procurar esquecer o que viu e, jamais, em hipótese alguma, dar uma segunda olhada, pois isso seria a mais clara demonstração de interesse mesmo que feita inconscientemente por impulso do momento: a primeira olhada é acidental, mas a segunda não tem desculpa: é intencional e consiste em pecado (Tg 1:14). E a situação é mais complicada ainda quando se trata de programas de televisão, sites, revistas e muitos outros meios os quais Satanás muito tem usado para nos tentar (Tg 1:15[9] [10] [11]). Mas, como resistir para vencer a tudo isso? Voltando à exemplar história de José, só podemos imaginar que ele fosse um jovem de vigilância e oração: muita oração mesmo!

Verdadeiros homens de Deus não
deixam o poder subir á sua
cabeça e assim não são
derrubados pela tentação da
ganância

    Tentação da ganância: Vejamos agora, outras excelentes qualidades de José: a honestidade, a sabedoria e a força de vontade para trabalhar fazendo sempre o melhor possível. Estas grandiosas qualidades sempre foram muito bem observadas e honradas por aqueles que estavam próximos a ele, inclusive os seus superiores: Potifar viu sua capacidade e o colocou como mordomo da casa; a esposa de Potifar também observou suas qualidades e se interessou por ele, embora tenha agido desonradamente; o carcereiro notou o quanto ele era eficiente e o nomeou como chefe dos outros presos; o copeiro e o padeiro confiaram nele e lhe contaram os seus sonhos; e até o próprio Faraó, quando ficou sabendo de sua capacidade mandou chamá-lo para lhe pedir ajuda. E sabe por que lhe aconteceu tudo isso? Porque o Senhor era com ele, ele era cheio do Espírito de Deus (Gn 41:48) e, por isso, tudo o que ele fazia prosperava (Gn 39:23). Um servo de Deus que vive de acordo com a sua vontade nunca passa despercebido! Aí começamos a ver como ele era um homem fiel: na casa de Potifar, tendo tudo sob seu domínio, ele poderia tê-lo roubado, adulterado com sua mulher e fugido dali; ou então, como foi parar na prisão injustamente, já que o carcereiro teve total confiança nele e deixou tudo em suas mãos, ele poderia ter dado um jeito de escapar e ir viver livremente em qualquer outro lugar; ou ainda, já que depois conseguiu grande poder dado pelo próprio rei, ele poderia ter juntado muitas riquezas, aplicado um golpe no Faraó e ter ido viver sossegadamente bem longe do Egito: mas ele, como um verdadeiro servo do Senhor, sem levar em consideração todas as humilhantes injustiças que havia enfrentado, preferiu ser fiel primeiramente a Deus e depois aos homens, e merecidamente foi muito honrado por isso.

Se você tem questionado com Deus
por nunca ter conquistado alto poder
aquisitivo e status social, você já
questionou a ti mesmo se tem
estrutura espiritual e moral pra isso?

    Você já parou pra pensar no que faria se estivesse no lugar dele? Muitas pessoas, inclusive as que se dizem crentes, depois de terem passado por tantas dificuldades, quando se vissem com tanta confiança, admiração e poder nas mãos, certamente se esqueceriam de suas obrigações tanto espirituais quanto morais e se achariam no direito de “aproveitar essas oportunidades” da melhor maneira possível. Atualmente, o que vemos, são muitas pessoas que simplesmente porque, pela misericórdia de Deus, começaram a conquistar algo na vida já querem passar por cima de todo mundo, agem com desonestidade, mentem, traem aqueles que confiam nelas e, hipocritamente, ainda se consideram dignos herdeiros do Reino dos Céus. Diante disso, as Sagradas Escrituras nos alertam que a ganância por bens materiais subiria à cabeça de muitos, afastando-os de Deus (2ª Tm 3:1-5[12]); e nos alertam também para que vigiemos, pois o nosso maior tesouro não está aqui nessa terra (Mt 6:19-21[13]), mas sim está sendo preparado pelo nosso Salvador (Jo 14:2,3), e há também nas Escrituras, promessas de muitas bênçãos àqueles que forem fiéis ao Todo-Poderoso (Sl 31:23; Pr 28:20; Dn 6:4; 12:13; Mt 10:22; 25:21; Ap 2:10,26). O mundo oferece muitas coisas, as quais, se nos deixarmos levar, acabaremos abandonando nossa vida espiritual em busca de prazeres passageiros (1ª Co 7:29-31; 10:12; 1ª Jo 2:17). Mas, como resistir para vencer a tudo isso? Voltando à exemplar história de José, só podemos imaginar que ele fosse um homem de vigilância e oração: muita oração mesmo!

Somente um cristão cheio das
virtudes dadas pelo Espírito
Santo é capaz de perdoar os
seus opressores

    Tentação da vingança: Como todos nós sabemos, José passou por duas grandes injustiças em sua vida: a primeira foi por parte de seus próprios irmãos que, por inveja, queriam matá-lo, mas acabaram vendendo-o como escravo; e a segunda foi pela esposa de Potifar que por não conseguir seduzi-lo, acusou-o de assédio sexual fazendo com que ele fosse lançado na prisão. Tendo passado alguns anos, ele havia se tornado um homem poderoso e tinha toda a autoridade do Egito em suas mãos, e estava, dessa forma, diante de uma grande oportunidade de se vingar, ou mais educadamente falando: de fazer justiça contra a mulher que havia inventado aquela terrível mentira contra ele; sendo o governador, ele poderia ter enviado soldados até a casa de Potifar para prendê-la e até conseguir permissão de Faraó para condená-la à morte. Porém, ao longo da narrativa bíblica de sua história, esse fato nem sequer é mais mencionado, o que nos dá a entender que ele nada fez contra ela, embora tivesse legalmente esse direito por ter sido falsamente difamado. E sabe por que ele agiu assim? Porque como crente espiritual, ele entendeu o trabalhar de Jeová em sua vida, e sabia que aquela prisão foi o caminho para que ele chegasse à liderança do governo egípcio. Anos depois, durante o período de fome que atingiu também a terra de Canaã[14], seus irmãos, os mesmos que o venderam, foram, sem saber, até ele para comprar alimentos; estava ai uma grande oportunidade para se vingar daqueles que o haviam separado de seus amados pais e de sua terra, porém ele os recebeu com muito amor e carinho, dando-lhes o melhor do que ele tinha sob o seu domínio. E sabe por que ele agiu assim? Porque como crente espiritual, ele sabia muito bem que se não tivesse passado por aquela provação, ele não teria ido ao Egito e nunca teria conquistado tudo aquilo que estava em suas mãos.

A justiça e a vingança pertencem
unicamente a Deus; a nós
simplesmente pertence o direito
e a obrigação de perdoar e
amar aqueles que nos
perseguem

    E se fosse você diante dessas duas oportunidades de vingança? O que teria feito? Teria lançado aquela mulher na prisão para pagar por sua mentira e escravizaria os teus irmãos assim como eles fizeram contigo, ou teria compaixão[15]dessas pessoas deixando os sofrimentos do teu passado de lado? Uma das coisas que um crente precisa entender é que Deus tem as suas formas de trabalhar, pois os seus pensamentos e os seus caminhos não são os nossos (Is 55:7-9[16]); há coisas que não entendemos no momento, mas entenderemos depois (Jo 13:5-7,10,11); tudo o que Ele permite acontecer conosco é para o nosso bem (2ª Co 4:17); e nenhuma injustiça prevalecerá sobre a face da terra (Lc 12:2,3; Rm 14:12). Os Textos Sagrados nos ensinam que a vingança não pertence a nós, mas sim a Deus (Dt 32:35[17]; Rm 12:19; Hb 10:30); que a justiça do Senhor não opera na nossa ira (Tg 1:19,20); que o amor divino está naquele que sabe amar os seus inimigos (Mc 12:30,31; Lc 6: 27; 1ª Jo 2:5); e que se não perdoarmos uns aos outros também não seremos perdoados pelo nosso Pai Celestial (Mt 6:15). É claro que é muito difícil suportar os momentos de dificuldades, mas difícil não significa impossível, e mesmo que significasse, nada é impossível para Deus (Mt 19:26)! Basta resistir e lutar para vencer! Mas, como resistir para vencer a tudo isso? Voltando à exemplar história de José, só podemos imaginar que ele fosse um crente de vigilância e oração: muita oração mesmo!

Resista ás tentações para não
cair nas armadilhas de
satanás

    Tudo o que vimos aqui são exemplos inquestionáveis de como é possível resistir as tentações quando a pessoa tem intimidade com Deus. Tudo é possível àquele que crê (Mc 9:23), inclusive superar os limites de sua própria capacidade de resistência (Fp 4:13), desde que busque forças no Senhor (Ef 6:13[18]). Porém, o grande problema é que muitos, ao invés de lutar contra as fraquezas da carne, se entregam a ela e ainda tentam se auto-justificar dizendo: “Eu sou tão fraquinho…”; “Deus conhece o meu coração…” ; “Ele sabe que eu não tenho forças para resistir…” ; “Não estou fazendo mal a ninguém…”; “Só estou sendo eu mesmo…” Essas desculpinhas esfarrapadas acabam é afastando mais a pessoa de Deus e afundando-a no lamaçal do pecado, o que temos realmente que fazer diante das concupiscências carnais é clamar ao Senhor pela sua misericórdia, pedindo-lhe que transforme a nossa vida permitindo que os desejos que venham a existir dentro de nosso coração estejam de acordo com a vontade dEle (Sl 40:8[19]). As tentações sempre existirão em nossa vida, o que cabe a nós para enfrentá-las é vigiar e orar para que nosso o Pai continue nos livrando do mal, não permitindo que caiamos nelas (Mt 21:22).


[1]Induzir: Persuadir à prática de alguma coisa; aconselhar, instigar. Causar, incutir, inspirar.
[2]Tentação: Atração para fazer o mal por esperança de obter prazer ou lucro. Pode vir do Tentador (Gn 3:1-5 ) ou de dentro do ser humano (Tg 1.14-15).
[3]Amém: Palavra hebraica que quer dizer “é assim” ou “assim seja”. Também pode ser traduzida por “certamente”, “de fato”, “com certeza”  (Dt 27.15). É usada como um título para Cristo, que é a garantia de que Deus cumprirá as promessas que fez ao seu povo  (Ap 3.14).
[4]ARA: Almeida Revista e Atualizada.
[5]Cirandar: Peneirar, padejar. Biblicamente significa “pôr à prova”.
[6]Uz: Significa Firmeza. É a terra onde Jó viveu (Jó 1:1), situada no deserto sírio, entre as latitudes de Damasco e Edom (Jr 25.20; Lm 4.21).
[7]Puberdade: Idade em que as pessoas adquirem aptidão para procriar. É também a fase em que mais se despertam os desejos e as curiosidades sexuais.
[8]Concupiscência: Forte e continuado desejo de fazer ou de ter o que Deus não quer que façamos ou tenhamos (Rm 7:8).
[9]Engodado: Seduzido, enganado.
[10]Conceber: Gerar, engravidar.
[11]Consumar: Realizado, acabado, terminado.
[12]Incontinente: Pessoa que não tem moderação para controlar o apetite sexual.
[13]Minar: Cavar, escavar.
[14]Canaã: Antigo nome da região em que hoje estão situados o Estado de Israel, a Cisjordânia, a Jordânia Ocidental, o sul da Síria e o Sul do Líbano; Biblicamente é a Terra Prometida por Deus ao seu povo através de Abraão.
[15]Compaixão: Pena, piedade, dó.
[16]Ímpio: Quem não tem fé; incrédulo, descrente, herege, ateu.
[17]Resvalar: Escorregar.
[18]Armadura: Conjunto de peças feitas de metal ou couro, com que os soldados antigos cobriam o corpo para se protegerem das armas de ataque dos inimigos.
[19]Deleite: Prazer, delícia, gosto, regalo.

Jonas Martins Olímpio

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